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![]() Tudo que é bom dura pouco, mas o suficiente para se tornar INESQUECÍVEL!!! Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer. ___________________________________________ NOTÍCIAS!!!¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ Pensamento Fã: Por que RBD se separa? Uma fã de RBD escreve o seguinte. Se lembram a reunião que tiveram RBD antes do tour? Disseram que não se havia nem comentado a separação do grupo. Pois eu acho que sim. Começar desde zero, que lindo nome para um álbum que anuncia a separação de RBD. Não se lhes há raro que todos os integrantes tivessem uma ou mais canções sozinho? Eis aqui o significado das canções do álbum mais recente de RBD: Começar desde zero (A separação, começar sozinho) E não posso esquecer-te (Nunca os esqueceremos) Inalcançável (Pode ser que a solução não esteja em nosso alcance) Não diga nada (Lhes obrigou Televisa a guardar silêncio) O mundo atrás (A Televisa não lhes importam os admiradores) Hoje que vai (A despedida de RBD) Chove em meu coração (A tristeza em nossos corazónes, RBD e admiradores) Fui a menina (Os RBD confiaram em Televisa mas lhes traíram) À margem (RBD sós não podem contra Televisa) Amor fugazes (Quatro anos são muito poucos, passam muito rápido) Você acostuma voltar (Mas em nossos sonhos, não na realidade) Se não está aqui (O pensamento de RBD ao pensar o não ser RBD) Estranha sensação (Estranha e dolorosa sensação que nos provoca a separação) Talvez amanhã (A separação não é iminente, pode ser talvez amanhã) Te daría tudo (Mas Televisa não lhes deixa que nos dêem mais um pouquinho) Estar bem (Televisa estará bem quando se estorvo de no meio a RBD) Anahí Se acordam que no início do tour chorava? Pois é pela decisão de Televisa. Ela não quer acabar RBD porque especialmente Sálvame à farelo a ela mesma. Por que fez uma tentativa de promover as marchas e logo após o cancelou? Lhe lavaram o cérebro dizendo que se nos ocorria algo seria sua culpa. Mas se vamos é coisa nossa, não temos por que fazê-la caso. Alfonso Tanto a ele como a outro integrante já lhe devem de estar pressionando por algum lugar para que não opine nada e guarde silêncio. Já o tentaram eliminar dejándole gravar ''Voltar a ver'', mas lhe voltamos a ver. Agora põem a escusa de ''Terminais'', mesmo que só vá ser um personagem episódico. Dulce A ela também lhe devem de pressionar de algum modo, se não não teria contradito a Anahí. Televisa a aproveitado o convocamiento aos admiradores às marchas para enfrentar a Dulce e Anahí e assim provocar que RBD termine o mais rápido possível. Uns dizem que o decidiram todos, outros que todos menos os 6 cantantes. Qual será a verdade? A tínhamos desde finais de 2007 ante nossos olhos. Christopher O integrante que mais silêncio guardou. Também lhe terão presumivelmente extorquido? Se acordam dessas fotos tomadas há pouco de Christopher em um bar gay? Talvez lhe pressionem com dizer que é homossexual e o seja ou dizê-lo e que não o seja porque simplesmente tinha um/uns amigos/ ali como podem ser Christian e B.J. . Televisa trata de enredar-lhe em uma grande polêmica? Maite Li um tema muito interessante sobre Maite. Comentava que Televisa obrigou a Maite a protagonizar Cuidado com o anjo após negar-se repetidas vezes. Isto lhe suporia um grande problema a RBD, pois Maite interpreta o segundo simples que por aquele então se acabava de estrear. Quiseram jogá-la de RBD para romper um pilar importante no agrupamento? Christian Acho que é o único que pode fazer algo, pois todos seus segredos já saíram à luz. Ele já nos o tem dito: Só o podem evitar os admiradores. Isso é que se nem RBD junto pode, ele também não. Devemos unir-nos e combater contra o adeus de RBD. Pedro Damián De que parte está? De RBD ou Televisa. Se é milionário poderia seguir sendo o produtor de RBD e tirá-los da tirania de Televisa. Também esta extorquido por essa empresa televisiva? Fonte: Fórum de Dulce Maria, Univision. A turnê de despedida do RBD durará pelo menos 2 anos Não ficou comprovada nenhuma morte de fãs do RBD depois do anúncio de que a banda se separará, no entanto muitos fanáticos do grupo falam sim de se matar se realmente RBD acabar. Segundo o blog Vida de Celebridad, os seguidores do grupo não devem se ater à notícia do fim, já que ainda resta pelo menos dois anos de RBD, porque mesmo que as vendas de ingressos para seus shows tenham reduzido consideravelmente a nível mundial, os jovens ainda tem muitos projetos pendentes para realizar, como a gravação e divulgação de dois discos, além de um filme juntos. O próprio Pedro Damián reconheceu que o filme sobre a banda vai sair e a rodagem poderia começar em 2009. Fonte: LaBotana ___________________________________________ MÁFIA, MOVIMENTO E CAMPANHA!!!¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ ![]() ![]() ___________________________________________ WEB NOVELAS!!!¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ Comunidade das Webs RbDpRaSeMpRe1000 ![]() NOME: “O Guerreiro do Deserto” AUTORA: Nalini Singh CAPÍTULO 3 Muntaz a conduziu a seus aposentos — uma suíte no extremo sul do palácio. Enquanto um dos quartos que lhe foi mostrado tinha um toque feminino, os outros na suíte estavam cheios de objetos masculinos. Muntaz: Sua chegada não foi comunicada em tempo hábil — ha¬via algo de estranho na voz de Muntaz. Dulce: É claro — ela concordou, querendo deixar a mulher à vontade. — Para onde levam estas portas? — ela perguntou, depois de terem guardado suas roupas dentro do enorme closet. Muntaz: Venha, você vai gostar de ver — o sorriso caloroso de Muntaz era contagiante. Com um floreio, ela abriu completa¬mente as portas. Dulce: Um jardim! — sob os pés nus de Dulce, a grama do jardim interno era macia e exuberante. Uma pequena fonte no meio lançava arcos de água que caíam sobre os entalhes feitos de rosa de Zulheil na base. Bancos circulavam ao redor da fon¬te e eram, por sua vez, cercados de pequenas flores azuis. Um perfume delicioso chegava até ela vindo de uma árvore coberta de flores brancas azuladas em forma de sinos. Muntaz: Este é o jardim particular de... — Muntaz tropeçou no que ia dizer. — Eu sinto muito, às vezes meu inglês... Dulce: Tudo bem — Dulce balançou a mão. — Eu estou ten¬tando aprender a língua de Zulheil, mas ainda não sei muito. Os olhos de Muntaz brilharam. Muntaz: Eu a ensinarei! Dulce: Obrigada! O que mesmo estava dizendo sobre o jardim? Muntaz franziu o cenho. Muntaz: Este é o jardim particular das pessoas que vivem atrás destas portas — além da porta do quarto de Dulce, havia mais duas. Dulce: Ah, você quer dizer que são os jardins dos convidados. Muntaz: Você gostou de seus aposentos e deste jardim? Dulce: Como poderia não gostar? Eles são espetaculares. Muntaz: Bem, muito bem. Você vai permanecer em Zulheil? Dulce levantou os olhos, surpresa com o tom de voz dela. Dulce: Você sabe? Muntaz suspirou e sentou em um dos bancos próximos à fonte. Dulce fez o mesmo. Muntz: Hiraz é o amigo mais próximo de Christopher e como esposa de Hiraz... Dulce: Você é esposa de Hiraz? Perdão! Eu pensei que você fos¬se... Muntaz: Uma criada, não é? — Muntaz sorriu sem rancor. — Christopher queria que você ficasse com alguém com quem se sentisse à vontade. Eu trabalho no palácio e nós estaremos aqui todos os dias. Eu espero que sinta que pode me pedir tudo o que preci¬sar. Tanto ele quanto Hiraz são terríveis quando estão de gênio-ruim. Christopher está zangado com você e o meu marido comigo. Dulce: Por que Hiraz está zangado com você? — a curiosidade de Dulce estava bastante aguçada. Muntaz: Ele espera que eu concorde com algo que ele e Christopher es¬tão fazendo, apesar de ele mesmo não concordar com Christopher — antes que Dulce a pudesse inquirir mais, Muntaz continuou. — Hiraz me contou a história do que aconteceu em seu país. Mas é de conhecimento público em Zulheil que Christopher teve seu coração partido por uma estrangeira ruiva de olhos azuis. Dulce pestanejou. Dulce: O quê? Muntaz: Hiraz iria até o túmulo com o segredo de Christopher, mas ou¬tros de sua companhia não foram tão leais — Muntaz explicou. — Você é um mistério, mas é bom que tenha vindo agora. De¬pois da morte dos pais dele, Christopher ficou muito carente. Dulce: Ele está furioso comigo — ela confessou. Muntaz: Mas você está em Zulheina. O repentino olhar perturbado no rosto exótico de Muntaz alarmou Dulce. Dulce: O que foi? Muntaz: Eu... eu me esqueci de uma coisa. Por favor, você tem de entrar agora. Ela seguiu, confusa pela repentina mudança de humor de Muntaz. Dulce: Um banho foi preparado para o seu conforto. Depois, vis¬ta isto — Muntaz apontou para as roupas que haviam surgido sobre a cama. Dulce: Esta roupa não é minha — Dulce murmurou. Muntaz: Há uma ocasião... um jantar especial, e suas roupas não estão de acordo, isto é porque você é uma, como dizer... Dulce: Uma convidada? — ela sugeriu. — Bem, se estas são as regras da casa, tudo bem. Eu apenas não ficaria à vontade usan¬do algo tão caro se não fosse por esta razão. Ela teve que assegurar Muntaz várias vezes de que ela esta¬ria bem sem sua ajuda, antes que a segunda partisse. Dulce: Será formal este jantar? Muntaz: Ah, sim, bastante formal. Eu retornarei para arrumar o seu cabelo e ter certeza de que vai ficar bela. Dulce: Eu me sinto como uma princesa — Dulce murmurou, quase duas horas depois. Muntaz: Então meu trabalho está feito — Muntaz sorriu. Dulce: Eu pensava que pele não podia ser mostrada... — Dulce colocou as mãos em sua barriga, que estava à mostra. Muntaz meneou a cabeça. Muntaz: Nós somos reservadas apenas em público. Em nossas casas, com nossos homens, é aceitável ser mais... — ela apontou as próprias roupas. Ela estava usan¬do calças largas amarelas agarradas ao tornozelo, típicas para o harém, e uma blusa justa como a de Dulce. Dulce: Eu não estarei vestida em demasia? Muntaz: Você está perfeita. Agora temos de ir. Alguns minutos depois, elas entraram em um salão repleto de mulheres com roupas deslumbrantes. Os olhos de Dulce se arregalaram. A entrada delas, a conversa parou. Um segundo depois, recomeçou em um ritmo caótico. Várias mulheres mais velhas vieram até ela e a convidaram a sentarem juntas nas almofadas. Com Muntaz servindo de tradutora, Dulce logo estava conversando e rindo com elas como se fossem ve¬lhas conhecidas. Meia hora depois, ela ergueu os olhos por instinto e viu Christopher de pé na entrada. Espontaneamente, suas pernas se descruzaram e ela se levantou. O silêncio voltou a reinar, mas desta vez veio carregado de ansiedade, como se todos estivessem prendendo o fôlego. Ele estava maravilhoso, vestido com uma túnica negra e cal¬ças, sendo que o único ornamento era um bordado dourado, no colarinho alaranjado de sua túnica. Ele atravessou o aposento e tomou a mão dela. Ela mal reparou nos outros homens que o seguiam e no farfalhar dos tecidos das mulheres ao se levan¬tarem. Chris: Você parece o coração da rosa de Zulheil — ele sussur¬rou e deu um passo atrás. — Eu tenho uma pergunta a lhe fazer, Dulce. Ela o olhou nos olhos. Dulce: Sim? Chris: Você veio a Zulheil por vontade própria. Você permane¬cerá por vontade própria? Dulce estava confusa. Christopher tinha deixado claro que não a deixaria partir. Por que então perguntar aquilo agora? Mas ela sabia que não devia questioná-lo na frente do seu povo. Dulce: Sim. Christopher sorriu. Chris: E você ficará comigo por vontade própria? A pergunta era o gatilho que sua mente necessitava. Ela en¬tendeu o que se passava, mas a compreensão não mudou sua resposta. Dulce: Eu vou ficar — ela afirmou e selou seu destino. A selvagem satisfação nos olhos dele ardeu em liberdade por um segundo iluminado. Então ele cerrou seus olhos e es¬condeu o fogo. Ele levantou a mão dela até seus lábios e beijou seu pulso que batia veloz sob sua pele. Chris: Vou deixá-la, minha Dulce... Por agora. A camisola que havia encontrado era escandalosa demais para o seu gosto. O finíssimo linho branco escorria por seu cor¬po como um lençol de névoa e deixava à mostra seus seios e o triângulo escuro entre suas pernas. Sentindo-se desconfortável, ela encontrou um roupão de seda que só podia ser de Christopher para se cobrir. Teria de servir, ela pensou, ao retirá-lo do cabide. — Pare. Ela se voltou, sobressaltada. Christopher estava quase a seu lado, os olhos quentes examinando seu corpo. Ele era sublime. Os ombros eram largos e os músculos torneados saltavam a cada movimento. Ele usava apenas uma pequena toalha branca. Chris: Eu não dei permissão para que você se cobrisse. Dulce: Eu não preciso de sua permissão. Com um simples movimento de seu pulso, ele roubou o rou¬pão dos frágeis dedos dela e agarrou suas duas mãos em uma só das suas. Chris: Você esquece que agora eu sou seu dono. Você fará o que eu quiser. Dulce: Besteira. Chris: Se incomoda você, sinta-se livre para discordar. Mas sai¬ba que eu irei ganhar. Dulce olhou direto para ele, se perguntando se não teria aceito algo acima do que podia tolerar. Talvez Christopher fosse real¬mente um déspota. Chris: Eu quero ver você, Dul. Dulce: Solte-me, Christopher — ela implorou. Chris: Não, Dul, eu quero vê-la. Eu fantasiei este momento por anos. Sua crua confissão a fez arrepiar dos pés à cabeça. Não pa¬recia mais errado perceber que os olhos dele a olhavam através do enorme espelho do closet, desvelando tudo o que ela tentava esconder. Parecia, sim, completamente natural, como se ela ti¬vesse nascido para viver aquele momento. Nascido para ser a mulher do sheik de Zulheil. Chris: Quero que você me veja fazendo amor com você — ele a enlaçou com firmeza e começou a beijar seu pescoço. Ela tentou resistir, em silenciosa recusa. Chris: Olhe para o espelho — ele sussurrou, espalhando seus dedos pelo ventre dela e sob seus seios. — Por favor, Dul. Sua súplica rouca quebrou as defesas de Dulce. Ela virou a cabeça e encontrou os ardentes olhos verdes de Christopher. Ele passou a mão sob seus seios até cobrir um deles por inteiro. Ela respirou ofegante e apertou o braço em sua cintura. Em respos¬ta, ele agarrou sua carne com mais força. Não era bastante, ela queria mais. Dulce: Christopher — ela gemeu, lutando incessantemente contra ele. Chris: Olhe — ele comandou. Ela olhou. Ele moveu as mãos até chegar com o polegar rente ao seu mamilo, e o esfregou uma, duas, três vezes. Ela estava ofegan¬te. Ouvia a respiração dele se alterar, e sentiu o corpo atrás dela ficar mais excitado. Ela implorou por mais quando ele parou de acariciá-la, tornando a suspirar e a gemer quando ele repetiu a provocante carícia em seu outro seio. As mãos dele eram gran¬des e machucavam Dulce. Ele deixou os seios dela excitados e quentes. Suas mãos des¬ceram em direção ao ventre, e depois se espalharam com cuida¬do. Ela cravou os dedos nos músculos rijos das coxas dele, ao sentir que ele avançava em direção aos cachinhos entre suas pernas. Ele sussurrou uma aprovação em seu ouvido e mordiscou sua orelha. Christopher sorriu para ela através do espelho, um sorriso de satis¬fação, extremamente másculo. Ele então moveu seus dedos lentamente, pressionando na pequena terminação nervosa es¬condida entre seus pêlos. Dulce gritou e escondeu seu rosto contra o peito dele. Ele continuou fazendo com que ela se do¬brasse a cada toque até quase desfalecer. Confusa, ela olhou para ele e o rubor em sua face provava que Christopher estava tão tomado quanto ela. Dulce: Não! — ela gritou, quando ele retirou suas mãos. Chris: Tenha paciência, Dul — a respiração dele era irregu¬lar, mas ele mantinha o controle. Ele começou a subir sua camisola. Dulce: Não! — ela tentou resistir, mas sentiu os lábios de Christopher em seu pescoço, em sua têmpora, em seu rosto... Ele parou de levantar a camisola. Chris: Dul — ela abriu os olhos e o viu despi-la até a cintura, deslumbrada com a sensualidade poderosa de sua voz. Para seu assombro, ela sentiu uma coxa musculosa entre suas pernas. Ele começou a se esfregar em sua pele excitada, um suave atrito que embaralhou seus sentidos. Não havia barreiras entre o calor dos dois. As mãos dela estavam livres, mas ela não desejava mais interrompê-lo. Chris: Sinta, Dul — ele deslizou um braço entre as pernas dela. Dulce acreditou que fosse desmaiar quando sentiu os dedos dele abrirem seus pêlos. Ele moveu sua perna novamente, provocando-a a fazer o que ele queria. Dulce gemeu e, quase sem escolha, começou a mover suas ancas. Desesperada em busca de uma âncora, ela apertou as mãos sobre seus bíceps, mas era tarde demais. Ela sentiu a explosão vir à tona e então de repente chegou ao clímax. Era como se cada pedaço dela tivesse sido destruído e depois refeito. Cho¬rando aos soluços, ela se recostou em Christopher. Chris: Dul, você é linda... Mas eu não terminei ainda. Dulce: Christopher, não provoque — ela virou sua cabeça para ele. Ele a beijou com carinho, encantado com sua reclamação fe¬minina. Chris: Mas você é tão fácil de provocar — ele apertou seus seios com delicadeza. Os olhos de Dul rolaram dentro das pálpebras fechadas e ela se arqueou. Abrindo os olhos, ela o olhou através do espe¬lho, e começou a mexer seu corpo para cima e para baixo. A lenta dança era uma impiedosa provocação, mas a sensação que ela provocava era indescritível. Chris: Feiticeira... Dulce: Provocador... Antes que Dulce respirasse novamente, Christopher tirou sua ca¬misola. Os braços dela se levantaram por vontade própria, a sua mente incapaz de desfiar aquele impulso. Chris: Você é minha, Dulce. Desta vez, as palavras possessivas que ele proferiu não a as¬sustaram. Homem algum poderia tocar Dulce tão delicada¬mente quanto Christopher a tocava se só a visse como um objeto. Ela machucara Christopher mais do que imaginara quando termi¬nou o relacionamento que tinham. Agora ela teria de amá-lo a ponto de ele não mais desconfiar dela. Sua pantera teria de acreditar na lealdade dela, antes de lhe confiar o coração. E ele iria, porque não havia intenção alguma de desistir. Os olhos dele encontraram os dela no espelho. Sem pensar, ela tomou fôlego e disse: Dulce: Eu quero mais... CONTINUA... ~~ ~~ ~~ ~~ ![]() NOME: “O Campeão (Época)” AUTORA: Suzane Barclay!! CAPÍTULO IV “Uma mulher gritou. Christopher parou e se voltou. Meio cambaleante, segurando um odre de vinho, olhou para as lojas e casas ao longo da rua. Estavam todas vazias e às escuras, com os ocupantes na festa oferecida pelo bispo Joseph para comemorar a partida dos cruzados de Durleigh. Os telhados ilu¬minavam-se com as luzes da praça do mercado, onde se davam as festividades. Como afastara-se tanto? Não obstante, ainda distinguia o zumbido de vozes em cân¬ticos e preces, a gente de Durleigh despedindo-se de seus cavaleiros da Cruzada. O orgulho estufava-lhe o peito, mesmo embriagado. No dia seguinte, estaria partindo com eles... um cava¬leiro a caminho da Terra Santa. Aos tropeções, seguiu de volta à festa. A mulher gritou de novo. _Não! Por favor, não! _Volte já aqui! – rugiu uma voz masculina. Christopher deu meia-volta e captou um vulto branco atravessando o beco, seguido de perto por uma forma escura e corpulenta. Maldito! Jogando fora o odre, sacou a espada e foi atrás deles. Perseguiu-os por todo o beco e pela rua seguinte, movido pelos votos que fizera pouco antes. Defender a justiça e proteger os oprimidos. O juramento ardia em seu coração, como uma febre expur¬gando os efeitos de um dia de bebedeira. Sentia-se forte e poderoso. Por fim, encontrou-os. O canalha prensava a jovem de branco contra uma parede. Chris: Solte-a! – rugiu Christopher. O homem virou-se, o rosto uma sombra pálida na penumbra, e ergueu a espada para desviar o golpe de Christopher. Aço atritou-se com aço ao encontro das lâminas. Christopher grunhiu de dor. Bebera demais. Defendia-se das investidas do oponente, mas seus movimentos lentos. Lento demais. Imaginava se a moça fugira, sem condições de procurá-la com o olhar. Então, ocorreu um fato que lhe enregelou as costas suadas. Chris: Aqui! Bardolf e Richie, aqui! – gritou o assaltante. Com um grunhido, Christopher redobrou os esforços, consciente ¬de que jamais sobreviveria a um confronto com espadachins. De repente, uma figura esguia des¬se da escuridão e golpeou o homem na cabeça. Enquanto ele se esparramava no chão, Christopher sentiu-se puxado pelo braço. _Rápido, venha por aqui! – era uma mulher. Com a mão pequena, puxava-o para uma rua lateral. Estava tão escuro que ele não nada além do borrão indistinto de seu vestido branco alguns passos depois, deparou-se com uma parede. Chris: É um beco sem saída – sussurrou Christopher. _Não. Tem uma porta aqui. Ouviu-se um ranger de dobradiças e fez-se uma cor¬4e ar com cheiro forte de palha e cavalos. Chris: Um estábulo? _Sim. Podemos nos esconder aqui. Chris: Cavaleiros não se escondem... _Por favor... Não pode enfrentá-los em tão grande número. Chris: Mas... _Estou com medo. Christopher percebia o terror na voz dela e sentia seus tremores, embora não pudesse ver-lhe o rosto. Chris: Está bem. O interior do estábulo era puro breu. _É mais seguro no sótão – sussurrou a moça. – Tinha uma escada por aqui... Ah, achei. Deixe-me subir primeiro. Christopher seguiu-a degraus acima, guiando-se pela bar¬ra suas saias. No topo da escada, adentrou o sótão meio desequilibrado e acabou caindo em cima da moça sobre a palha. _Obrigada – sussurrou ela, aliviada. – Se não tivesse aparecido... – Estremeceu. Christopher puxou-a para mais perto. Era pequena e magra. Chris: Devia ter fugido enquanto lutávamos. _Não podia abandoná-lo, não quando o outro vencia... Chris: Ora, eu o teria derrotado com dois golpes, se não tivesse bebido metade da cerveja de Durleigh. _Eu sei. E tão forte... – Ela apertou as mãos contra o peito másculo. – Abrace-me – pediu. Chris: Estou abraçando. _Com mais força. – Ela se colou a ele, os seios provocando-o através das camadas de roupas. Chris: Não deixarei que nada lhe aconteça – murmurou Christopher. Os cabelos dela eram perfumados, uma deli¬cada e feminina fragrância de rosas. Enterrando o ros¬to neles, rolou pelo assoalho, prendendo-a com seu cor¬po. – Combinamos à perfeição. _Sempre soube que seria assim. Christopher aquiesceu, a mente entorpecida pelo álcool e pelo desejo. Chris: Preciso tocá-la... Eram seios pequenos, firmes. O suspiro que ela dei¬xou escapar durante a carícia tirou-o do controle. Só pensava numa coisa: possuí-la. Abrindo a braguilha, posicionou-se sobre ela. _Christopher... – sussurrou ela, puxando-o a seu encontro. Ele grunhiu e mergulhou no êxtase mais perfeito que já experimentara. Quente, apertado e receptivo, o corpo dela fechava-se em torno do dele...” Batidas sonoras numa porta destroçaram o sonho. Com um grunhido, Christopher sentou-se na cama ofegante, o corpo rígido. _Abram! – A voz rude vinha de fora, de baixo de sua janela. Christopher levou um segundo para perceber que não estava o palheiro com a amante perfeita, mas sozinho num quarto da hospedaria Royal Oak. Gemendo, caiu de novo sobre o travesseiro e cobriu os olhos com o braço. O sonho voltou. Tivera-o pela primeira vez na noite que antecedera sua partida para a Terra Santa, des¬pertando quente, suado e apenas meio vestido num sótão de estábulo. O sonho repetira-se tantas vezes desde então que já o tinha todo gravado no coração. No entanto, jamais conseguira ver o rosto da mulher, nem concluir se o encontro fora real ou mera ficção de seu cérebro encharcado de cerveja. Estranho que ele, sempre cauteloso com relação às mulheres, sonhasse ter feito amor com ela logo após se conhecerem. Mais estranho ainda era ter passado todos aqueles anos procurando uma mulher de carne e osso que combinasse tão perfeitamente com ele quan¬to a amante do sonho. Lá embaixo, o homem irado dava murros na porta da estalagem. _Abram! Dobradiças rangeram. Poncho: Que diabo se passa aqui? – ralhou Poncho Sel¬wyne, o dono do estabelecimento. _Procuro um cavaleiro. Christopher de Blackstone, parece que se chama. Poncho: Quem acredita? E o que quer dele, Bardolf? Bardolf: Não é da sua conta. Minhas ordens são para encontrá-lo e levá-lo para interrogatório. Christopher já pulava da cama, suspeitando que algo acontecera com Nicholas ou Guy. Ao chegar à estala¬gem, recebera um recado de Guy informando que es¬tava a caminho de Londres com lorde Edmund. Não encontrara Nicholas, tampouco, mas uma das criadas lembrou-se de tê-lo visto saindo com uma moça bonita. Poncho: Mas do que se trata? – questionava Poncho. Bardolf: Coisa do delegado. Vai dizer se ele está, ou terei que entrar e procurar eu mesmo? Christopher abriu a janela e olhou para Poncho em confronto com um homem de cabelos castanhos mal-ajambrado. Mais dois sujeitos corpulentos aguardavam pouco atrás. Chris: Sou Christopher de Blackstone – anunciou-se. Bardolf levantou a cabeça, mostrando o rosto rude. Bardolf: Tem que me acompanhar. Chris: Por quê? Bardolf: Interrogatório acerca da morte do bispo Joseph. E nem pense em fugir. Tenho homens vigiando a entrada. Chris: Morte?! – exclamou Christopher. – Ele está morto? À escrivaninha do bispo Joseph, o magro e austero arquidiácono Crispin olhava de cima do nariz adunco para Christopher, de pé à sua frente. De cada lado do arquidiácono estavam irmão Oliver Deeks e o pároco Walter de Folke, de York. “O arquidiácono já julgou-me culpado”, concluiu Christopher. O pavor sobrepondo-se ao choque de pouco antes. Crispin: Irmão Oliver disse que invadiu os aposentos do bispo esta noite – relatou Crispin. – Que tinha a tratar com, ele? Vigiado da porta pelo sub-delegado Bardolf, Christopher escolheu as palavras com cuidado. Chris: Só queria avisá-lo de que seis de seus cruzados estavam de volta. Bardolf insinuara que havia algo suspeito na morte de Joseph, mas negara maiores esclarecimentos. Chris: É verdade que ele morreu? – indagou, incrédulo. O arquidiácono desprezou a pergunta com um volver dos dedos cobertos de anéis. Crispin: Por que não marcou uma audiência? Christopher sentiu um arrepio na nuca. Como órfão ile¬gítimo, cedo aprendera a pressentir o perigo, que aque¬le cômodo luxuoso exalava em profusão. Chris: Soube que o bispo se abatera com a notícia de nossa morte e estava ansioso para aliviar seu sofrimento. Crispin: Hum. – O arquidiácono formou um triângulo com as mãos macias e esguias. Tinha olhos castanhos argutos e jeito de quem apreciava o poder. Ele e o manipulador Joseph deviam ter-se atritado muito. – Quer dizer que veio diretamente para cá, assim que chegou. Chris: Isso mesmo. Christopher passara três anos obcecado por confrontar-se com Joseph. Não teria agüentado esperar um segundo que fosse. Agora, jamais teria resposta para suas perguntas. Joseph estava morto e nem sabia como se sentia a respeito. Depois, findo o interrogatório, refletiria. Crispin: Onde estão os outros cinco cavaleiros? – indagou pároco. Um tipo presunçoso, semelhante a um sapo prestes saltar, mantinha o olhar estreito sob a cabeça calva reluzente à luz matinal que se derramava sobre a sala. Chris: Três voltaram para casa. Dois acompanharam-me Durleigh, mas foram cada um tratar de sua vida. Christopher sentia muita falta deles, do aconselhamento sábio de Guy, da amizade e do braço forte de Nicholas. Crispin: O bispo gostou de vê-lo? – indagou o arquidiácono. Christopher franziu o cenho. Chegara dominado pela raiva e o ressentimento. Pensando bem, Joseph reagira com susto, no início. Mas alegrara-se ao perceber que a à frente um homem de carne e osso, não um espírito. Envergonhava-se de não ter sentido nenhum prazer em rever Joseph. Chris: Gostou. Crispin: Oliver afirma ter ouvido vozes alteradas. CONTINUA... Agradecimentos:Amanda, Ana, Aninha, Bibinha, Clarinha, Dulce Amargo, Fe, Fernanda, Júlia, Leeh, Lia, Naty e todos os flogs presentes... Obrigada... Bibinha, certo entaum amiga, bjinhos pra ti, e eu tbm adoro mto vc!!! Comentários Por opção do(a) responsável por este flog, apenas ele(a) poderá ler os comentários enviados para esta foto. | FAVORITOS LINKS |