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![]() Tudo que é bom dura pouco, mas o suficiente para se tornar INESQUECÍVEL!!! Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer. ___________________________________________ NOTÍCIAS!!!¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ Fim de RBD pode ser estratégia de marketing Segundo a página de Internet Vida de Celebridade mesmo que já anunciaram o fim da banda RBD, o agrupamento mexicana deve durar muito tempo ainda. A publicação afirma que o anúncio tem seu objetivo: atrair mais a atenção dos meios e principalmente de seus seguidores, já que estão a ponto de iniciar as gravações de seu novo disco e a busca por bilhetes dos concertos do sexteto se reduziu consideravelmente. RBD ainda tem um disco pendente e a chamada 'gira do adeus' que deve durar um ano, além da promoção do novo CD. A própria Anahí pediu aos admiradores do grupo que façam uma marcha no próximo dia 23 de agosto, alegando que só os admiradores podem mudar o destino de RBD. Já Christian Chávez, disse que se inteirou do fim de seu grupo por telefone e que chorou muito, porque o tomou de surpresa o comunicado difundido na sexta-feira passada (15). Na sexta-feira, depois do festejo das 100 representações do musical Avenida Q, onde atua Chávez, o cantor afirmou à imprensa: "Não quero dar nenhuma declaração, porque não tenho muita informação, Pedro não está no México e o melhor é falar com todos meus companheiros e depois dar uma resposta. Dulce María se foi à Itália, porque lá se casou sua irmã, Christopher, Anahí e Poncho estão de férias, mas a terça-feira nos vamos à Espanha e praticaremos com Pedro", comentou o artista, que disse estar "muito tirado de onda". Font:: labotana RBD com um Adeus polêmico! Depois de informar que a dissolução do sexteto mexicano RBD se fará após uma gira de despedida, o anúncio da ruptura do grupo chega com polêmica, já que uma de seus integrantes, Anahí, assegura desconhecer os motivos reais da desintegração. Uma agência de notícias recolheu declarações da cantora publicadas em um jornal mexicano, onde a loira cantora afirmou: "Chavos, sejamos honestos. Eu penso que se os concertos se enchessem como antes e se vendessem discos como antes, RBD não se acabaria, mas... a verdade é que isso eu acho que é o principal fator... Sem seu apoio isto se acaba", declarou a cantora. Depois que quatro anos de sucessos, os intérpretes de Rebelde se separarão em 2009, depois de concluir a viagem que já têm prevista por diferentes países. Igualmente, gravarão um disco no mês de outubro, que sairá à venda antes que finalmente o grupo se dissolva. Poncho, Anahí, Christopher, Dulce, Christian e Maite, confirmaram em um comunicado sua separação, onde asseguraram que juntos realizaram "um sonho que jamais imaginamos que poderíamos alcançar". Se mostraram especialmente agradecidos com todos seus seguidores. "Deixamos uma pegada indelével nas vidas de milhões de pessoas... Nossos admiradores!". A eles se dirigem: "os senhores marcaram nossa vida de uma maneira inigualável; os levaremos em nosso coração por sempre". A turnê iniciará no próximo dia 21 de agosto em Madri, por isso se transformará no lugar onde comece "o princípio desta etapa final". Fonte: Ritmosonlatino ___________________________________________ MÁFIA, MOVIMENTO E CAMPANHA!!!¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ ![]() ![]() ___________________________________________ WEB NOVELAS!!!¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯ Comunidade das Webs RbDpRaSeMpRe1000 ![]() NOME: “De Volta ao Passado” AUTORA: Diana Palmer Chegaram em Brisbane à noite e dirigiram-se a um hotel de luxo perto da praia. A primeira coisa que Dulce fez foi tomar um banho. Tinha idéia de que sua noite de núpcias seria convencional, que Chris a levaria para jantar, que depois voltariam para o quarto e a vida de casados começaria. Mas, conhecendo-o bem como o conhecia, devia ter esperado o que aconteceu. Ela estava deitada na enorme banheira, afogada em espuma, de olhos fechados, e não ouviu o barulho da porta que se abria. Chris entrou, completamente nu. Dulce corou até a raiz do cabelos. Chris: Você precisa se habituar comigo – ele murmurou. – Não vou passar nossa vida de casados me despindo em quarto separado e pondo um pijama. Eu durmo assim. Quer minha companhia nessa banheira? Dulce engoliu em seco. Tudo acontecia tão depressa... "Ele é meu marido", disse a si mesma com firmeza. "Estamos casados. Tenho de deixar de lado todas as inibições". Dulce: Sim – respondeu. – Será que a banheira é suficientemente grande? – perguntou. Chris: É. Mais do que adequada para o que tenho em mente, sra. Uckermann. Dulce afastou-se um pouco observando-o acomodar as longas pernas, os quadris estreitos e uma estrutura avantajada. Era a imagem mais linda que já vira, mais sensual ainda que as estátuas gregas que a fascinaram durante os anos de universidade. Dulce: Que estranho! – ela comentou enquanto Chris se ajeitava na banheira. Chris: O que é estranho? Dulce: Tomarmos banho juntos! – O contato com o corpo nu de Chris foi-lhe um tanto assustador. Contudo, ficou deliciosamente tensa quando sentiu uma coxa musculosa contra a sua. Chris passou o braço em volta dos ombros dela. Chris: Não está gostando? – perguntou, com ar divertido. – O governo é que vai se alegrar por estarmos economizando água. Dulce: Sim, acho que sim. – As bolhas de sabão escondiam o corpo nu de Dulce dos olhos curiosos de Chris. – Oh, Chris, tenho horríveis inibições no referente a sexo – queixou-se e enterrou o rosto nos pêlos molhados do tórax do marido. Chris: Por quê? – ele perguntou, apertando-a contra o peito. Dulce: Não sei nada e sinto medo. Você vai me machucar? Chris: Tentarei não te machucar. Não acho que vai ser difícil, pois nem todas as virgens sofrem na primeira vez. – Ele beijou-a com carinho. – Sabe que não tenho mulher alguma há muito tempo. É isso que te assusta? Receia que eu fique violento demais em seus braços? Dulce: Você é tão forte, tão grande... Chris: E tão decidido a agradar você! – ele completou. – Talvez não seja um céu na primeira vez mas, se não for, compensaremos amanhã de manhã. Agora relaxe. Dulce: Não vai ser... aqui na banheira, vai? – Dulce indagou, hesitante. Chris escorregou a enorme mão do ombro dela ao seio túrgido, à cintura e ao ventre, e depois à pele sedosa da região entre-coxas. Chris: Por que não, querida? – ele indagou, enquanto sua mão movia-se com habilidade sobre corpo suave de Dulce. Ela gemeu e Chris beijou-a na boca, dessa vez com um sentido total de posse. Dulce retesou o corpo de início mas segundos mais tarde entregou-se, agarrando-lhe os braços com força. Chris: Estou tão contente – Chris murmurou –, tão contente por você ter se guardado para mim, por ser eu o primeiro homem de sua vida! Dulce: Eu... também. – Ela mordeu-lhe suavemente o ombro e começou a mover o corpo, não por vontade própria mas por não conseguir se controlar. Estava chocada, assustada e fascinada ao mesmo tempo. Arregalou os olhos quando Chris fez algo desco¬nhecido para ela, tocando-lhe o corpo intimamente. Gemeu e Chris levantou a cabeça. Chris: Tudo bem, querida. Relaxe, relaxe e tenha confiança em mim. Vou devagar, não se assuste, amor. E de repente, antes que Dulce tivesse tempo de ter medo, Chris iniciou o processo de fazê-la sua. A calma dele, o auto¬controle, tornaram possível a Dulce não lutar contra a invasão de seu corpo. Apenas afundou-se mais na água morna, com um suspiro. Com a enorme mão sob os quadris de Dulce, Chris ergueu-a com cuidado. Chris: Viu? – ele disse. – Não vai ser difícil. Dulce: Eu não pensei... – Dulce não pôde dizer o que não pensara, porque num movimento rápido e inesperado de Chris começou a ver as estrelas. Agarrou-se a ele, agora assustada com as sensações que a faziam tremer violentamente. Chris beijou-a e, segundos antes da posse total, fitou-a bem nos olhos. Chris: Agora – ele sussurrou – agora quero compensar pelos anos perdidos. Vamos recuperar tudo neste momento, e juntos... Por Deus, Dul, me ame! Chris enterrou os dedos nas coxas dela, erguendo-a um pouco mais. E o clímax se iniciava. Dulce quase desmaiou ao se sentir levada ás nuvens. E o ato se repetiu por várias vezes até que, exaustos, os dois permaneceram abraçados por muito tempo. Continuaram na água tépida, beijando-se ternamente. Enfim pararam de tremer e as batidas do coração voltaram ao normal. Chris: Esta é uma lembrança que nunca poderemos partilhar com nossos filhos – ele murmurou, divertido. – Não podemos di¬zer-lhes que chegamos ao clímax juntos, pela primeira vez, numa banheira cheia de espuma de sabão. Dulce: Eu te amo, Chris! Chris: Sim, eu sei, sempre soube. Daí ser tão difícil para mim a separação. Dulce: Era bastante óbvio meu amor, não? Chris: Quando o amor é grande é difícil esconder – Chris res¬pondeu com ternura. – Foi isso que me permitiu continuar vi¬vendo, saber que você não parara de me amar. Dulce: E como soube? Chris: Blanca me contou. Dulce: Minha mãe me traiu?! – ela exclamou, erguendo a cabeça. Chris: Houve um dia, apenas um dia, em que eu estava pronto a assumir uma atitude drástica. Pensei em vender a fazenda a Poncho e a me alistar no exército. Quando Blanca descobriu me contou tudo sobre seu amor por mim. Vivi com esse consolo por anos. Então você voltou para casa e achei que me odiava. Quando Poncho te revelou os fatos, horrorizei-me ao imaginar que despertara sua piedade. Ao dizer que só te desejava fisicamente, menti. Mais tarde, descobrindo que você permanecera virgem por tantos anos, entendi tudo. E te procurei com as armas que possuía. Dul, meu amor nunca foi apenas físico, exceto talvez naquela tarde em seu quarto. Após isso, transformou-se numa obsessão incontrolável. Fui ao Havaí atrás de você por estar desesperado. Dulce: Me amava naquela ocasião? – Dulce tinha os olhos cheios de lágrimas. Chris: Claro, querida, e ainda te amo, sempre te amei, sempre te amarei. Do contrário acha que eu permaneceria sem uma companheira por cinco longos anos? Dulce: Nunca sonhei... Chris: Diabos, para um homem não há nada mais perto da santidade do que viver tanto tempo sem sexo. Dulce: Oh! – Dulce exclamou. – Mas... mas havia Belinda Weeks... Chris abraçou-a e suspirou. Chris: Nunca a toquei – disse. – É verdade, nunca. Oh, saímos juntos muitas vezes e confesso que tive esperança de que ela tirasse você de minha mente. Porém não a vi mais depois que voltei do Havaí. E nem queria vê-la. Dulce: Mas... como? Por que mentiu para mim? E meus pais... me contaram que você saía com ela... Chris: Eu os fiz prometer que aceitariam minha história. Isso por¬que sabia que a ficção da existência de outra mulher era o único meio de te manter a distância. Eu não desejava que viesse aqui e se sacrificasse por mim. Dulce: Eu amava você, Chris. Não se tratava de um sacrifício! Chris: Inevitavelmente seria. Você era jovem demais para agüentar meus problemas. Eu não poderia suportar ver seu amor transfor¬mar-se em ódio. Lembre-se, Dul, eu não tinha certeza de que salvaria a fazenda. Meu orgulho estava reduzido a pó, e eu tra¬balhava para Poncho. Foi duro e mudei muito. Dulce: Te odiei por causa de Belinda. Oh, Chris, durante cinco anos chorei por sua causa. Chris: Eu também, querida. – Chris abraçou-a. – Tinha fome de você! Não houve outra mulher em minha vida depois que te beijei. Dulce: Mas tentou... Chris: Sim, tentei, quando supus que estivesse apaixonada pelo tal inglês. Fiquei bêbado durante dois dias. Dulce: Chris, você pode repetir que me ama? Esperei tanto ouvir essa confissão... Havia imensa ternura no olhar de Chris quando disse: Chris: Eu te amo com todas as forças de minha alma, de minha mente, de meu coração. Farei qualquer coisa por você. Dulce: Oh, Chris, oh, Chris, eu te amo tanto! Chris: Que tal me provar isso já? Vamos ao quarto? Dulce beijou-lhe os olhos, o nariz, o queixo e os lábios firmes. Dulce: Posso tomar a iniciativa desta vez, Chris? Você me deixa? Ele arregalou os olhos, e fitou-a. Chris: Em tudo, tudo? – perguntou. Dulce: Sim, tudo. Chris: Nunca permiti a uma mulher tomar as rédeas do ato do amor comigo. Mas suponho que, sendo você minha esposa, pode ter esse privilégio – ele caçoou. Dulce: Serei muito gentil, Chris – Dulce sussurrou, com ar bre¬jeiro. Ele beijou-a, um beijo que não tinha nada de gentileza. Foi a experiência mais incrível da vida de Dulce. Chris dei¬tou-se na cama como uma vítima a ser sacrificada, permitindo a ela que descobrisse os segredos mais íntimos de seu corpo. Dulce tocou-o aqui, ali, acolá, até Chris dar um gemido rouco e seu imenso corpo tremer. Os olhos dele brilhavam como chamas azuladas enquanto a observava e a guiava com a mão. Segundos antes de quase perder a razão, agarrou-a e um re¬demoinho de emoções os dominou. Só após algum tempo ele conseguiu falar. Chris: Meu Deus! – exclamou, abrindo os olhos cheios de espanto quando procuraram os de Dulce. Dulce: Não posso acreditar que fiz tudo o que fiz! – ela disse, corando. – Nunca havia lido nada sobre o assunto. Chris: Isso se chama instinto – Chris explicou. – Quando há amor, a coisa vai longe. Eu nunca havia subido tão alto antes e estou tendo dificuldade em descer, como pode notar. Dulce roçou seu corpo no dele e perguntou: Dulce: Isto ajuda? Chris posicionou-se em cima dela e sorriu ao ver surpresa nos olhos de Dulce. Chris: Isto ajuda mais – disse, sorrindo. – Sim, sei que os livros consideram impossível fazer amor mais do que uma ou duas vezes por noite. Mas fique parada. Agora eu comando o ato, e vou te enlouquecer... Dulce mal conseguia ficar em pé no chuveiro. Agarrava-se a Chris, fraca, e ele comentou: Chris: Cansada, já? Precisa tomar vitaminas. Dulce: Você é maravilhoso. Valeu a pena, eu esperar tanto! Chris: Posso dizer o mesmo de você. Não se arrependeu de se casar comigo? Não quer voltar atrás? Ela sacudiu a cabeça num gesto negativo e prometeu, com olhar cheio de paixão: Dulce: Tomarei conta de você sempre. Serei a melhor esposa do mundo. Chris: Sei disso, amor. Não será fácil às vezes, não possuo muito. Mas, embora não tenhamos dinheiro, Dul, teremos amor. Entre os dois, é o mais importante. Passarei o resto de minha vida compensando os cinco anos perdidos. Dulce: E eu farei o mesmo. Querido, querido, mal posso acreditar que tudo isto tenha acontecido. É como um sonho e prefiro morrer se, ao acordar, constatar não ser real. Vivi sonhando por tantos anos... Chris: Eu também – Chris sussurrou. – Mas estamos juntos agora, e para sempre, Dul. Dulce: Em pouco tempo te darei um filho. Chris: Daqui a quanto tempo? – ele perguntou, num murmúrio. Dulce: Quando você quiser. Chris: Já tenho trinta e três anos, Dul. Dulce: Nesse caso... é melhor não esperarmos tanto. Chris: Alguns meses, não mais. Quero muito um filho. Dulce: Como eu quero – Dulce declarou. Chris: Fique quieta agora e esfregue minhas costas, mulher. Dulce: OK, australiano. Posso ver desde já que vai ser um terrível algoz. Chris: Não com você, querida. – Chris beijou-a. Dulce sorriu. Os anos futuros seriam os mais felizes de sua vida, ela sabia. Não havia no mundo nada melhor do que amar aquele grande, corpulento australiano que lhe entregara seu selvagem coração. Os sonhos transformavam-se em realidade. E ela segurava essa realidade nos braços, naquele exato momento. Fim!! Próxima Web: O Guerreiro do Deserto Zulheina, o lendário reino do deserto, pertence a Christopher por direito de herança. E ele é o tipo de homem que não abre mão do que lhe pertence. Isto significa que terá de reconquistar uma mulher muito especial — que partiu seu coração anos atrás, na Nova Zelândia. E assim que a atrair para seu reino, pretende mantê-la em sua vida para sempre... Porém Dulce Maria Saviñon não é tão facilmente domável. Sua inocência intocada e sensualidade estonteante ameaçam, mais uma vez, colocar o altivo sheik de joelhos e fazê-lo se perguntar quem é o verdadeiro prisioneiro. CONTINUA... ~~ ~~ ~~ ~~ ![]() NOME: “O Campeão (Época)” AUTORA: Suzane Barclay!! Os fundos da estalagem abrigavam um estábulo pe¬queno e, ao lado dele, o sanitário. Um caminho estreito cortava o mato do quintal, desaparecia em meio a ar¬bustos densos, mas acabava dando na porta dos fundos do boticário. Dulce o percorria sem problemas, apesar da falta de iluminação, pois o conhecia bem. Com a capa enrolada apertada junto ao peito, transpôs os ar¬bustos e, atônita, sentiu-se chocar contra algo quente e duro como pedra. Sem fôlego, Dulce caiu de costas, batendo a cabeça no chão. _Você está bem? – indagou uma voz masculina. Ela se lamuriou, mais de medo que de dor. Tentava se mover, mas os membros não obedeciam, e uma névoa cinzenta lhe obscurecia a visão. – Calma. – O desconhecido a segurou pelos ombros para que parasse de se agitar. – Fique quieta en¬quanto me certifico de que não quebrou nada. A voz dele lhe era terrivelmente familiar. Piscando aflita, Dulce, distinguiu uma figura aga¬chada a seu lado. Seus cabelos e roupas mesclavam-se à penumbra, de modo que o rosto parecia flutuar acima do seu. O rosto de Christopher de Blackstone. Dulce: Deus do céu, eu morri – sussurrou Dulce. Ele riu da conclusão. Chris: Não creio, mas sem dúvida sentirá dores pela manhã. Desculpe-me por não tê-la visto. Dulce sentia vagamente as apalpadelas e apertos gentis com que ele lhe examinava as pernas e braços. Chris: Parece que não quebrou nada. – Ele acocorou-se. – Consegue mexer os membros? Dulce: Christopher? – murmurou Dulce. Ele inclinou o rosto. Chris: Sabe quem sou? Dulce: Mas... você pereceu na Terra Santa... Chris: Não, mas cheguei bem perto algumas vezes. A alegria tomou conta dela, tão intensa que fez bro¬tar novas lágrimas nos olhos que tanto já haviam cho¬rado por ele. Christopher abaixou-se, revelando olheiras e a barba por fazer. Chris: Eu a conheço? Dulce riu, nervosa. E calou-se com um soluço. Es¬tivera certa. Ele nem se lembrava dela ou do momento maravilhoso que haviam partilhado. Dulce: Não. Chris: Como sou idiota... Você bateu a cabeça e eu a deixo aí, deitada no chão frio. Onde você mora? Dulce: Logo ali, naquela rua. Antes que Dulce pudesse adivinhar o que Christopher planejava, ele a tomou nos braços e levantou-se. A sensação dos braços dele ao seu redor abriu uma comporta de lembranças pungentes. Dulce: Por favor, ponha-me no chão. Chris: Não, é melhor eu carregá-la até termos certeza de que não se machucou com gravidade. Tão galante... Mas a proximidade a enfraquecia de saudade, a ponto de recear dizer uma tolice. Dulce: Não estou machucada. Chris: Está zonza e não pode ter certeza. Dulce: Posso, sim. Sou boticária. Chris: Entendo. – Christopher sorriu na penumbra, os dentes brancos cintilantes. Dulce não podia ver-lhe o lado direito do rosto, mas sabia que havia uma covinha ali. – Eu devia ter adivinhado, pelo seu cheiro gostoso. – Fungou-lhe os cabelos. Ah, rosas! Pensava muito nelas quando estava longe, na Cruzada. Dulce sempre usara aquele perfume. Dulce: Lembram-no de alguma garota que deixou para trás? – indagou, esperançosa. Chris: Não. – Adotando um olhar distante, Christopher me¬neou a cabeça. – Não é nada disso. Não tenho namo¬rada e nunca tive. Dulce sentiu os olhos ardentes. Dulce: Por favor, ponha-me no chão. Chris: É mesmo cabeça-dura, minha boticária com per¬fume de rosas – ralhou ele, brincando. – Acontece que sou mais. Para que lado fica sua casa? Com um suspiro, Dulce apontou para a loja. Era ma¬ravilhoso ser carregada por Christopher, sentir o coração dele bater junto ao seu. Se ele sonhara com rosas, ela sonhara com aquilo. Fitou-o encantada, incapaz de acreditar que não se tratava de um delírio febril, mas do calor do corpo dele envolvendo-a, como na noite em que se amaram. Logo chegaram aos fundos da loja. Chris: Tem alguém aí dentro? – indagou Christopher. Arrancada dos devaneio, Dulce aquiesceu. Dulce: Minha criada. Christopher bateu na porta com a ponta do pé. _Quem é? – indagou Drusa. Dulce: Sou eu, Drusa – respondeu Dulce, em voz tão fraca e entrecortada que nem parecia a sua. Não obstante, a criada tirou o ferrolho e empurrou a porta pesada. Drusa: Oh, my lady, eu estava tão preocup... – A mulher engoliu em seco e recuou um passo, a mão junto ao peito amplo, o rosto empalidecendo. Chris: Nada tema – tranqüilizou Christopher. – Sua pa¬troa levou um tombo e bateu a cabeça. Onde posso acomodá-la? Atordoada, Drusa continuava olhando-os, imóvel. Aiken apareceu atrás dela. Aiken: O que foi? Lady Dulce! Dulce: Aiken... – Dulce não prosseguiu, incapaz de concatenar as idéias. Chris: Sua patroa bateu a cabeça. Leve-me ao quarto dela, rapaz – ordenou Christopher, em tom brando. – Drusa, vamos precisar de água, compressas e cerveja, se tiver. Acostumada a obedecer, a criada apressou-se a re¬colher pela cozinha os materiais requisitados. O aprendiz de Dulce parecia contrariado. Aiken: Não é conveniente o senhor subir... Dulce: Aiken... – Murmurou ela, sentindo a cabeça la¬tejar muito. – Rogo-lhe que desculpe a rudeza dele, senhor. Era o aprendiz de meu pai e, depois que ele morreu, tornou-se o protetor de nossa casa. Christopher aprovou. Chris: Tanta cautela e preocupação para com sua pa¬troa são louváveis, Aiken – afirmou, mal disfarçando o divertimento. – Mas trata-se de circunstâncias es¬peciais e não sou nenhum estranho. Sou Christopher de Blackstone, um cavaleiro da Rosa Negra, recém-che¬gado da... Aiken: Mas disseram que todos morreram! – exclamou o rapaz. Christopher sorriu. Chris: Apenas seis sobreviveram e voltaram – declarou, os olhos cheios de tristeza. Dulce sentiu o coração contraído, pensando nas pro¬vações que ele devia ter suportado. Mas o importante era que estava de volta, são e salvo. Aiken grunhiu. Aiken: Acho que está bem, então. – Seguiu na frente pela cozinha, até o aposento conjugado, uma espécie de saleta. – Esta escada dá no primeiro andar. Chris: Pode iluminar o caminho? – pediu Christopher. O rapaz grunhiu de novo, pegou uma grossa vela de sebo e tomou a escadaria. Christopher foi logo atrás. Dulce: Eu consigo andar – protestou Dulce, num sussurro. Chris: Mas não irá, até termos certeza de que não se machucou seriamente. Christopher galgava os degraus com cuidado para que ela não batesse a cabeça de novo. Adentraram um am¬plo cômodo que servia como escritório, sala de estar e quarto de dormir. Após um segundo de hesitação, Christopher seguiu para a grande cama de dossel. Dulce: Não, a cadeira – murmurou Dulce. Não supor¬taria que Christopher a acomodasse na cama em que tecera tantos sonhos. – Ou Aiken certamente pensará o pior. Christopher riu, um som rico que acelerou a pulsação dela, e acomodou-a na cadeira de espaldar alto defronte à lareira. Chris: Poderia acender o fogo e trazer mais velas, Aiken? – solicitou ao empregado. Aiken: Vou descer e pegar mais lenha – respondeu o rapaz, mais respeitoso do que cauteloso agora. Apa¬rentemente, confiava em cavaleiros de cruzadas. Dulce: Há mais velas nessa caixa sobre a cornija – informou Dulce, enquanto o aprendiz deixava o cômodo. Christopher escolheu uma vela e a acendeu. Dulce: Lamento dar tanto trabalho – comentou Dulce. – Se eu estivesse olhando para onde ia... – As pa¬lavras morreram-lhe na garganta quando a chama da vela aumentou, iluminando o rosto de Christopher. Estava mais magro do que se lembrava, e a barba por fazer escondia a covinha do queixo. Os olhos também haviam mudado, com fantasmas de emoções turbulentas sombreando as íris cinza-esverdeadas outrora vibrantes de humor. A boca que a beijara com devastadora eficácia anos antes agora contraía-se sóbria. Chris: De quem estava fugindo? – indagou ele. Dulce quase revelou, mas lembrou-se da antiga ini¬mizade entre Christopher e Mike. Naquela noite, Christopher surgira da escuridão para salvá-la e tudo terminara em desastre. Não se envolveria com ele novamente. Dulce: Eu não estava fugindo, só... Chris: Corria como que perseguida por algum demônio maligno. Dulce: Nada disso. – Dulce ergueu o queixo, mas não conseguiu sustentar o olhar de Christopher. Aiken voltou com duas toras de lenha nos braços. Parou e olhou-os. Aiken: Qual o problema? Dulce: Nenhum – afirmou Dulce, olhando para Christopher com o cenho franzido. O aprendiz foi até a lareira, juntou a lenha aos car¬vões adormecidos e soprou-os, reavivando as chamas. Alheio à tensão no ambiente, levantou-se. Aiken: Como está ela, sir Christopher? Chris: Teimosa. Aiken: Mas não quebrou nada? Chris: Não o espírito, ao menos. Dulce: Estou bem – resmungou Dulce. Aiken: Drusa acha que está com fraqueza. Christopher franziu o cenho. Chris: Não jantou? Dulce: Eu voltava para casa para jantar quando... nos encontramos. Aiken: Hum... – Aiken remexeu-se, irrequieto. – Não sobrou muita coisa, mas posso correr até a hospedaria e trazer um prato. – Olhou para Christopher. – Royal Oak fica logo aí atrás. Fazem a comida mais gostosa de Durleigh. Christopher concordou, fitando o rosto de Dulce. Chris: Eu me lembro. Ia justamente encontrar uns amigos lá. Dulce: Nesse caso, não o deteremos mais – finalizou Dulce. Por mais que ansiasse estar junto de Christopher, sabia que não era aconselhável. Ele estava vivo, e esse fato provocava tantas mudanças... Em seu íntimo, o sen¬timento de culpa misturava-se à alegria. Chris: Também ainda não jantei. – Christopher coçou o quei¬xo, sem desviar o olhar de Dulce. – Se não for in¬cômodo trazer refeição para dois, pagarei por ela. Dulce: Que bobagem – protestou Dulce. Chris: Posso pagar... Devo-lhe, pelo tombo que levou. Não, eu lhe devo. Só que não havia como voltar atrás. Não havia como mudar o que fora obrigada a fazer. Dulce: Está bem - concordou, por fim. Rogo a Deus que não esteja cometendo outro erro. _Irmão Oliver, se meu senhor bispo não está bem o bastante para se juntar a nós, é claro que compreendemos – disse o arquidiácono Crispin, a voz sedosa. Ele e o pároco estavam sentados à comprida mesa no salão de jantar, à direita e esquerda da cadeira do bispo. Uma cadeira que tanto um quanto outro venderia a alma para ocupar, ponderou Crispin, crente que seria escolhido quando chegasse a hora de se nomear o su¬cessor de Joseph. Afinal, Walter de Folke era de origem inferior, meio saxão. Além disso, já se provara quase tão corrupto e manipulador quanto o bispo Joseph. O que o povo de Durleigh precisava era de uma mão severa para guiá-lo, um líder religioso que se preocupasse mais com suas almas do que com seus negócios e prosperidade. Oliver: O bispo pede desculpas pelo atraso, mas é que teve de dar atenção imediata a uma questão inesperada. Crispin: É mesmo? Fungando, Crispin lançou a irmão Oliver um olhar tão arrasador que a criatura desprezível estremeceu sob o hábito. O secretário e o mestre a quem ele servia com tanto zelo eram farinha do mesmo saco. Quando se tornasse bispo, Crispin pretendia nomear irmão Ge¬rard seu assistente. Ele e Gerard estavam juntos desde a ordenação e concordavam quanto à importância da piedade, da castidade e da pobreza, três princípios totalmente ignorados na catedral de Durleigh. Mas não por muito mais tempo, alegrou-se Crispin. O bispo enfraquecia a cada dia. Talvez não durasse um mês. E então... Odeline: Meus senhores! – Lady Odeline invadiu o salão, o rosto, branco como papel, os olhos arregalados de horror. Crispin correu o olhar pela figura voluptuosa num vestido escandalosamente curto e apertado. Sua pre¬sença na residência do bispo era uma ofensa a tudo o que se considerava decente. Desde sua chegada, os confessionários lotavam-se de clérigos e seminaristas corrompidos pelo pecado da lascívia. Crispin: O que foi? Odeline: Meu irmão! Ele... – Odeline pousou a mão no peito arfante. Crispin levantou-se num pulo. Crispin: O bispo está doente? Odeline tinha o queixo perfeito trêmulo. Odeline: Ele... caiu! Ah, maravilha! Crispin tentou disfarçar o entusias¬mo que lhe aquecia as veias. Crispin: Ele... morreu? Odeline: Não. Está respirando. Mas está tão... Irmão Olíver soltou uma exclamação desalentada e precipitou-se pelo salão. Oliver: Chamem irmão Anselme! – gritou. Crispin: Naturalmente. Crispin voltou-se para mandar Gerard cumprir a tarefa... bem devagar, claro. Mas o lugar a sua esquer¬da estava vazio, e só então recordou que mandara Ge¬rard ficar atento, para o caso de Dulce resolver de¬safiar suas ordens e tentar ver o bispo. Walter: Vá buscar o enfermeiro – ordenou o pároco Wal¬ter ao jovem clérigo que o atendia. Crispin: Obrigado, irmão. – Fitando o pároco nos olhos frios e calculistas, Crispin sentiu um frio na espinha. Ele não pode saber de nada, afirmou a si mesmo, mas nem assim se tranqüilizou. – Vamos, temos que aju¬dar nosso bispo acidentado. Deixou o recinto consciente dos passos estudados do pároco em seus calcanhares. Que azar o arguto Walter estar ali naquele momento crítico! Walter: Cuidado para não tropeçar na barra da batina – aconselhou Walter, enquanto galgavam a escadaria íngreme. Crispin: Sempre tomo cuidado – replicou Crispin, a mente ágil já antecipando as providências a tomar. O funeral, as cartas para o arcebispo de York... O grito de irmão Oliver interrompeu-lhe os pensamentos. Oliver: Rápido, irmão! – Walter passou a empurrá-lo pelas costas na escada. Chegaram juntos ao corredor e venceram num ins¬tante os últimos passos até a sala de estar do bispo. Lá, sobre o horroroso tapete vermelho, estendia-se o corpo do bispo Joseph, os membros afastados, a boca contorcida em aflição, a cabeça numa poça de sangue rubro. Crispin sentiu a bile na garganta. Crispin: Está morto? Walter ajoelhou-se ao lado do bispo, apertou os dedos em seu pescoço e olhou para Crispin. Walter: Sim, está. – Voltando-se, começou a murmurar as preces que facilitariam o ingresso da alma de Joseph na vida futura. Crispin também fez sua prece. Eu não estava aqui e não posso ser acusado de nada. Palavras que mal aliviaram o peso em sua consciência. CONTINUA... Agradecimentos:Amanda, Ana, Aninha, Bibinha, Clarinha, Dulce Amargo, Fe, Fernanda, Júlia, Leeh, Lia, Naty e todos os flogs presentes... Obrigada... Bibinha, pois é neh amiga, mas vamos ver isso neh, qm sabe realmente o q aconteceu são somente eles msm, aff, vamos ver neh... ñ custa nda esperar, e se eles ñ estão satisfeitos, é melhor acabar com o grupo msm, ñ qremos q ngm fike sem estar qrendo soh pq a gente qr... eu pelo menos penso assim, se for para continuar q tds estejam satisfeitos... bom amiga eu vo indo, toh morrendo de dor de kbça, bjo.. Lia, ain agora eu toh coformada, tava pensando comigo, e tava lendo algumas coisas, bom o Poncho e a Mai parecem q foram uns dos q concordaram sabe, e tipo assim, é melhor a banda acabar msm jah q tem gente “insatisfeita” sabe, eu pelo menos prefiro q eles ñ continuem juntos soh pra satisfazer desejo de fãs sabe, logico q seria bom, mas msm assim neh, se eles ñ qrem, ngm pode obriga-los a algo assim, se realmente for pra terminarem nem estas passeatas nem num sei o q vai fazer eles desistirem, as passeatas são mais para eles verem o amor dos fãs... e eu entendi seu ponto de vista, mas olha, eles ñ são cantores neh, eles são atores, se quiserem fazer carreira solo ai é diferente, mas a Mai pelo menos tah dificil pra ela conciliar, e axo q pra ñ ficar sem ela teve uns q concordaram em acabar com td, tem tbm o Poncho q vai fazer uma série lah, eles ñ tão mais no auge do sucesso por isso axo q eles taum assim sabe, eles qrem terminar enqto há sucesso ainda, enqto eles vão sair ainda sendo qridos, pq pra qlqr cantor é isso q ele qr, sair do mundo da música estando lah em cima, bem eu espero q eles tenham sucesso agora neh, no q eles quiserem fazer, e eu como uma boa fã vo ficar pesquisando o q cada um anda fazendo, hauhaua... ain livro: sim, eu sei como é, ain o Eclipse é mto facil e bem rápido de se ler, td bem q eu ainda ñ acabei, e toh na parte mais crítica, entaum pensa, ain, eu te contei q ele volta praticamente neh, mas vc vai ver a repercução de como ele volta, hauaha, qr izer, é praticamente bem diferente de voltar, mas vc vai ver, huahua... claro amiga eu realmente ñ tenho nda contra cidades pequenas, ain e falando nisso, acredita q no cinema da minha cidade ñ tem filmes legendados, é soh dublados e eu detesto filme dublado, aff, mas fazer o q neh, aff, eu detesto isso, hihi... hauhauha, verdd neh amiga, ain como eu sou verdadeira dizendo q vc mora em um buraco, hauhaua, mas nem tiro tanto, a maioria do povo q eu gosto sempre mora por ai assim num buraco msm, hauhauah, qm vê pensa neh, hauhau... é amiga, q “feriado” hein, e ain de hj ateh domingo sem aula hein, q maravilha, toh taum feliz, hauaha, amanhã msm vo pro cine jah, pra aproveitar promoções estas coisas, hauha... huahauha, isso q eu ia falar, “vcs duas são de peixe, mas a Krist tem o Rob neh amiga, q ñ tem comparação”, ahuahua... nossa amiga vc axa q eu vo parar o flog soh pq meus pinpolhos vão se separar, nda a ver, o flog é sim em homenagem a eles, mas ñ significa q ele soh viva por eles neh, q nem se a gente for realmente fazer o flog lah do Crepusculo, o q eu axo q a gente nem vai fazer, e ain falando em flog, eu axo q vo mandar pra vc por email os postes de sabado e de domingo pra ti, e a senha tbm, ai vc posta pra mim, e tbm responde os comentes pra mim, hihi... ain sim amiga, o garoto era super gente fina, ele continua sendo sabe, mas eu ñ gosto dos otros amigos dele, por isso q a gente meio q perdeu contato sabe.. pois é, eu sempre esperava a hora do banho como sendo a mais importante do dia, mas hj em dia nem fiko tanto tempo no banho por causa deste lance de água neh, de economizar, hihi... pois é neh, nem sei pq, mas é sempre assim, qdo eu choro no banho nunk fiko vermelhona como sempre qdo choro no seco sabe, estranho neh, hihi... ain eu sempre consigo pelo menos xegar no banheiro pra chorar, huahaua... ain si ganha o certificado amiga, sabe a gente tem q ter 262 eu axo, horas extras tirando a q a gente tem normalmente sabe, hihi, ai esta palestra valia jah 4 horas, td bem q num é akela coisa, mas jah tah bom neh, hauhaua... pois é verdd neh amiga, as vezes tem coisas q a gente realmente sente falta, mas eu axo q isso eu ñ vou sentir mto, principalemtne se eu jah estiver namorando, hauhaua... e ain, agora eu toh qrendo um namorado de novo, hauhauha... e ain falando em namorado, jah passo dia 16 q eu saiba hein, huahuaa, e ai fiko com o guri lah?!? Me conta td se vc fiko... ain q bonitinho, gostei hein, olha q ele jah tah q tah pelo jeito hein, hjauhaua... safadinho!!! Pois é, vo torcer pras meninas do futebol neh, qm sabe elas ñ tirem estas americanas chatas q ficam fazem propaganda a respeito do nosso time, vc viu?!? E ain amiga, nem qro falar nda deste jogo do Brasil contra Argentina, deu ateh vergonha, sabe o Lucas q foi expulso primero?!? Ele q era o garoto q jogava com o meu irmão, wow, nossa foi um vexame hj q nem goto de lembrar, axo q é por isso q fikei com dor de kbça deste cedo, huahuaa... pior neh amiga, era uma coisa de loko DyR, mas era taum perfeito, huahua... hihi, boa leitura entaum, e espero q goste da nova web, hihi, e q tenha gostado desta q acabo... bom vo indo agora, toh morrendo de dor de kbça pensa... bjaum amiga, se cuida tbm, amo vc mto!!! Gente como eu toh morrendo de dor de kbça eu soh no passar msm, depois eu dou um jeitinho ai, bjaum pra tds, amo vcs!! 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