PERFIL
ÚLTIMAS FOTOS
tracker
NOTÍCIAS
Total de Visitas: 20.917
Visitas hoje: 1
Visitas deste post: 39

Denunciar este flog | Recomendar este flog

Enviar Foto | Link Permanente
21/08/2008 às 02:10:06


Tudo que é bom dura pouco, mas o suficiente para se tornar INESQUECÍVEL!!!

"A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la" (BOB MARLEY)

Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer.


___________________________________________
NOTÍCIAS!!!
¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯
Fim de RBD pode ser estratégia de marketing


Segundo a página de Internet Vida de Celebridade mesmo que já anunciaram o fim da banda RBD, o agrupamento mexicana deve durar muito tempo ainda.

A publicação afirma que o anúncio tem seu objetivo: atrair mais a atenção dos meios e principalmente de seus seguidores, já que estão a ponto de iniciar as gravações de seu novo disco e a busca por bilhetes dos concertos do sexteto se reduziu consideravelmente.

RBD ainda tem um disco pendente e a chamada 'gira do adeus' que deve durar um ano, além da promoção do novo CD.

A própria Anahí pediu aos admiradores do grupo que façam uma marcha no próximo dia 23 de agosto, alegando que só os admiradores podem mudar o destino de RBD. Já Christian Chávez, disse que se inteirou do fim de seu grupo por telefone e que chorou muito, porque o tomou de surpresa o comunicado difundido na sexta-feira passada (15).

Na sexta-feira, depois do festejo das 100 representações do musical Avenida Q, onde atua Chávez, o cantor afirmou à imprensa: "Não quero dar nenhuma declaração, porque não tenho muita informação, Pedro não está no México e o melhor é falar com todos meus companheiros e depois dar uma resposta. Dulce María se foi à Itália, porque lá se casou sua irmã, Christopher, Anahí e Poncho estão de férias, mas a terça-feira nos vamos à Espanha e praticaremos com Pedro", comentou o artista, que disse estar "muito tirado de onda".
Font:: labotana

RBD com um Adeus polêmico!


Depois de informar que a dissolução do sexteto mexicano RBD se fará após uma gira de despedida, o anúncio da ruptura do grupo chega com polêmica, já que uma de seus integrantes, Anahí, assegura desconhecer os motivos reais da desintegração.

Uma agência de notícias recolheu declarações da cantora publicadas em um jornal mexicano, onde a loira cantora afirmou:

"Chavos, sejamos honestos. Eu penso que se os concertos se enchessem como antes e se vendessem discos como antes, RBD não se acabaria, mas... a verdade é que isso eu acho que é o principal fator... Sem seu apoio isto se acaba", declarou a cantora.

Depois que quatro anos de sucessos, os intérpretes de Rebelde se separarão em 2009, depois de concluir a viagem que já têm prevista por diferentes países. Igualmente, gravarão um disco no mês de outubro, que sairá à venda antes que finalmente o grupo se dissolva.

Poncho, Anahí, Christopher, Dulce, Christian e Maite, confirmaram em um comunicado sua separação, onde asseguraram que juntos realizaram "um sonho que jamais imaginamos que poderíamos alcançar".

Se mostraram especialmente agradecidos com todos seus seguidores. "Deixamos uma pegada indelével nas vidas de milhões de pessoas... Nossos admiradores!". A eles se dirigem: "os senhores marcaram nossa vida de uma maneira inigualável; os levaremos em nosso coração por sempre".

A turnê iniciará no próximo dia 21 de agosto em Madri, por isso se transformará no lugar onde comece "o princípio desta etapa final".
Fonte: Ritmosonlatino



___________________________________________
MÁFIA, MOVIMENTO E CAMPANHA!!!
¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯







___________________________________________
WEB NOVELAS!!!
¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯¯

Comunidade das Webs RbDpRaSeMpRe1000


NOME: “O Guerreiro do Deserto”
AUTORA: Nalini Singh



CAPÍTULO 2

Christopher não podia lutar contra o impulso primitivo de possuir Dul. Ele tentou ser gentil, mas tinha fome demais para parar. Logo, pequenas mãos femininas agarraram sua nuca, o excitando. O doloroso desejo que ele aprisionara por anos implorava por se libertar. Ele queria se fartar de Dul, alimentar-se de Dul.
Dul era dele.
E desta vez, ele não a deixaria esquecer disto.
Em seus braços ela estremecia. Ele passou sua língua nos lá¬bios dela. Como ela ousara deixá-lo? Como ela ousara levar quatro anos para retornar?

Chris: Eu estou faminto, Dul.

Dulce sentiu seu corpo começar a reagir como sempre rea¬gira à bruta sensualidade de Christopher.

Dulce: Faminto?

Chris: Muito — ele acariciava o pescoço dela, atento às suas vibrações.

Dulce: Eu preciso de tempo — ela se sentia despreparada para o homem que ele havia se tornado.

Chris: Não, eu não serei mais condescendente com você.

Ele a soltou, mas continuou ao seu lado no carro.

Chris: Então, você estudou moda?

Dulce: Sim.

Chris: Você deseja se tornar uma estilista famosa? — ele a olhou com deboche.

Dulce se irritou.

Dulce: Isso parece engraçado?

Ele deu um risinho de satisfação.

Chris: Guarde suas garras Dul. Eu simplesmente não consigo imaginar você desenhan¬do aquelas coisas ridículas para as passarelas. Seus vestidos não seriam transparentes, exibindo ao mundo tesouros que de¬veriam ser apreciados por apenas um homem, não é mesmo?

Ela enrubesceu ao seu olhar caloroso, se sentindo ridiculamente agradecida por ele não estar rindo dela.

Chris: Conte-me — ele ordenou.

Dulce: Eu quero desenhar artigos de fato femininos. Hoje em dia, os estilistas parecem ter uma idéia absolutamente macabra da forma feminina. Suas modelos são retas, sem nenhuma cur¬va à vista.

Chris: Ah!

Ela olhou para ele, com suspeita.

Dulce: Ah, o quê?

Christopher pousou a mão possessiva sobre sua barriga. Ela suspi¬rou.

Chris: Você é cheia de curvas, Dul.

Dulce: Eu nunca fingi ser uma sílfide.

O hálito quente dele perto de seu ouvido a sobressaltou.

Chris: Você está entendendo errado. Eu adoro suas curvas, me encai¬xo nelas perfeitamente.

Dulce: Eu quero desenhar coisas belas para mulheres de verdade.

Christopher a olhou com uma expressão contemplativa.

Chris: Você terá permissão para continuar a fazer isto.

Dulce: Permissão para continuar o meu trabalho?

Chris: Você precisará de algo para fazer quando não estiver co¬migo.

Dulce: Você não tem direito de me impedir de fazer qualquer coisa!

Ele segurou sua mão.

Chris: Pelo contrário, eu tenho todo o di¬reito — o repentino gelo na voz dele fez com que ela parasse. — Você agora é de minha propriedade. Eu sou seu dono. Isto significa que eu posso agir com você da maneira que eu quiser — desta vez não havia nem um traço de humor na voz dele, nem mesmo sombra do homem que ela conhecera no pas¬sado. — Você só ganharia em não me provocar. Eu não tenho intenção alguma de ser cruel, mas também não serei novamen¬te feito de tolo pela sua sedução.

Quando ele a soltou, ela se virou para a janela. Queria cho¬rar, mas algo nela, talvez o mesmo impulso que a trouxera até ele quando soube da morte de seus pais, a impediu de se render.
Sem querer, ela lembrou da maneira como ele, protetor, a abraçava quando ela o procurava, amedrontada pelo ambiente sufocante de sua família.

Chris: Venha para casa comigo, minha Dulce. Venha para Zulheina.

Dulce: Eu não posso! Meus pais...

Chris: Eles querem aprisioná-la, Dul. Eu a libertaria.

Parecia uma amarga ironia o fato de o homem que lhe pro¬metera liberdade, agora ter intenções de aprisioná-la.

Dulce: Eu tinha apenas dezoito anos — ela afirmou de repente.

Chris: Você não tem mais dezoito anos — a voz dele parecia perigosa.

Dulce: Você não pode compreender o que foi para mim? — ela declarou quase como um reflexo. — Eles eram meus pais e eu só conhecia você há seis meses.

Chris: Então por que você continuou me dando esperanças? Foi divertido para você ter um árabe da realeza à sua disposição?

Ele nunca esteve à disposição dela. Aos dezoito anos, ela ti¬nha até menos auto-estima do que tinha agora, mas ele sempre a fez se sentir importante.

Dulce: Não! Não! Eu não.

Chris: É o bastante — a voz dele cortou as réplicas dela como uma faca. — A verdade é que quando sua família pediu que você escolhesse, você não escolheu a mim. Você nem ao me¬nos me disse para que eu pudesse lutar por nós. Não há mais nada a dizer.

Dulce ficou sem argumento. Sim, era verdade. Como ela poderia fazer com que um homem como ele entendesse como havia sido difícil para ela? Nascido sob um manto de poder, Christopher nunca soube como é ser massacrado e subestimado até o ponto de não saber mais sua capacidade. Encolhendo-se no seu canto, ela relembrou o dia em que ela havia mudado para sem¬pre. Seu pai a tinha proibido de ver Christopher. Ela implorou de joe¬lhos, mas ele a fez escolher.

— O árabe ou a sua família.

Ele sempre havia chamado Christopher de "o árabe". Não era racismo, mas algo muito mais profundo. A princípio ela pen¬sou que fosse porque eles esperassem que ela se casasse com alguém de uma outra família da elite rural. Só mais tarde, ela pôde compreender a terrível razão.
Christopher era para ter sido de Sarah.
A bela Sarah tinha desejado ser uma princesa e todos acredita¬ram que isto seria possível. Porém, desde o momento de sua chega¬da os olhos de Christopher eram só para Dulce, a filha que não era uma filha, a filha que era motivo de vergonha e não de celebração.
A extensão de terras nas colinas, que tinha sido a casa de Dulce, havia pertencido à família Coleridge por gerações. Como beneficiários daquela herança, se habituaram a controlar tudo e eles temiam a força de vontade de Christopher. Além disto, a escolha dele por Dulce, no lugar de Sarah, o tornara maldito. Deixar que Dulce ficasse com Christopher e Sarah o perdesse sig¬nificaria ter sempre que lidar tanto com a derrota deles em ma¬nipular Christopher, quanto com a felicidade da filha errada. Era ter¬rível e era cruel, mas era a verdade. Dulce não era mais uma criança desprotegida e não podia mais fingir que eles sempre tiveram as melhores intenções.
Aos dezoito anos ela tinha feito a escolha errada porque morria de medo de perder as únicas pessoas que poderiam acei¬tá-la com as falhas que tinha. Há uma semana, ela tinha virado as costas a estas mesmas pessoas e se aventurado na tentativa de reconquistar o amor de Christopher.
O que diria se soubesse que ela agora estava sozinha no mundo?
O pai havia cumprido a ameaça e a renegara. Mas desta vez ela não havia comprometido sua alma oferecendo sua aceita¬ção. Ela tinha ido embora, ciente de ter tomado uma decisão irrevogável. Não havia possibilidade de retorno.
As únicas coisas que Dulce possuía no mundo eram a sua deterDulção e um amor profundo que nunca havia morrido, mas ela não conseguia contar isto a Christopher, pois a piedade dele seria muito pior que sua ira. Ela tinha escolhido a ele e abando¬nado todo o resto. Mas seria tarde demais?

Chris: Estamos chegando a Zulheina, se você quiser olhar.

Grata pela oportunidade de escapar das perturbadoras memórias, ela apertou um botão e abriu a janela.
Zulheina era uma cidade lendária. Pouquíssimos estrangei¬ros foram admitidos ao santuário de Zulheil. Os negócios nor¬malmente ocorriam na cidade de Abraz. Ela podia ver por que as pessoas de Zulheil guardavam este lugar com tal zelo. Era absolutamente magnífico.
Dulretes aparentemente frágeis se alçavam em direção ao céu. O rio que passava por Zulheina corria num fluxo borbulhante. O mármore branco dos prédios mais próximos refletia sua desordenada e cristalina beleza.

Dulce: Parece até uma cidade de conto de fadas — disse. Odores estranhos e maravilhosos chegaram até ela com a brisa quente. Sons se seguiram, assim como a cor viva e vi¬brante das pessoas no mercado por onde a limusine passava.

Dedos firmes e masculinos envolveram a pele macia de seu braço. De sobressalto, ela olhou para Christopher.

Chris: Eu disse que agora esta é a sua casa. Você não tem nada a dizer sobre isto?

Casa, Dulce pensou, sendo tomada pela emoção. Ela nun¬ca tinha tido uma casa de verdade. O sorriso dela era luminoso.

Dulce: Eu acho que não será difícil chamar este lugar de casa — ela pensou que a pantera à sua frente tinha relaxado um pouco. Logo em seguida ela viu algo com o canto de seu olho que a fez suspirar. — Eu não acredito, não pode ser verdade — ignoran¬do a mão firme, mas estranhamente suave, em seu braço, ela esticou o pescoço para olhar lá fora.

Defronte a ela, se erguia a construção de aparência mais frá¬gil que ela já vira. Parecia ser feita de névoa e gotas de chuva, tal a riqueza dos entalhes. A pedra de cristal branco do prédio parecia envolta numa aura cor-de-rosa que a deixou paralisada.
Ela se virou para Christopher com os olhos arregalados de assom¬bro.

Dulce: Eu poderia jurar que este prédio tinha sido feito da rosa de Zulheil.

Apesar de Zulheil ser um pequeno reino no deserto — cer¬cado por três países maiores e pelo mar — era uma terra rica, que produzia não apenas petróleo, mas uma bela e preciosa pe¬dra chamada "rosa de Zulheil". O extraordinário cristal trans¬parente, que ocultava um fogo em seu interior, era a pedra pre¬ciosa mais rara do planeta, encontrada apenas na terra de Christopher.

Chris: Se seus olhos crescerem mais um pouco, minha Dulce, eles competirão com o tamanho do firmamento —Christopher brincou.

Dulce esqueceu a impressionante construção no momento em que percebeu o humor no tom de voz de Christopher.

Chris: Esta é a sua nova casa.

Dulce: O quê? — ela perdeu toda a compostura que acreditava ter mantido até então.

Ele olhou para o rosto enrubescido dela com um divertido interesse.

Chris: O palácio real realmente foi feito de rosas de Zulheil. Agora você entende por que não permitimos a entrada de muitos estrangeiros em nossa cidade.

Dulce: Por Deus! — ela se inclinou e inconscientemente colo¬cou as mãos nas coxas dele para se equilibrar. — Eu sei que o cristal é mais duro que os diamantes e que é impenetrável, mas o seu povo... Quero dizer, não fica tentado a arrancar pedaços?

Chris: O povo de Zulheil é feliz e bem cuidado. E o palácio é considerado sagrado. Foi entalhado no lugar onde está pelo ho¬mem que fundou Zulheil. Nunca foi encontrada outra aglome¬ração de cristal como esta. Acredita-se que enquanto este palá¬cio durar, Zulheil irá prosperar.

Ela sentiu algo se avolumar sob seus dedos. Dulce sacudiu a cabeça e tirou as mãos das pernas dele, o sangue já tingindo seu rosto de vermelho.

Chris: Isto, Dul — Christopher disse, assim que o carro estacionou no pátio interno do palácio —, é algo que você tem permissão de fazer quando quiser.

Dulce: Isto o quê?

Chris: Tocar-me.

Ela respirou com dificuldade, sentindo um misto de cons¬trangimento e desejo. Eles saíram para o coração do complexo palaciano — um exuberante jardim, protegido do mundo exte¬rior por paredes feitas de rosas de Zulheil.

Dulce: É como uma página de "As mil e uma noites" tornada real.

Chris: Estes jardins ficam abertos às sextas-feiras para o meu povo. Nestas ocasiões eu me encontro com aqueles que querem falar comigo.

Dulce franziu o cenho.

Dulce: Simples assim?

Christopher apertou com mais intensidade a sua mão.

Chris: Você não aprova minhas reuniões com meu povo?

Dulce: Não é isto. Pelo que eu pude ler, o seu povo adora você. Eu estava pensando na sua segurança.

Chris: Você sentiria minha falta, Dulce, se eu morresse?

Dulce: Que pergunta! É claro que eu sentiria sua falta!

Chris: Zulheil é pequeno, mas próspero. E só continuará assim se o povo estiver contente. Ninguém me faria mal porque eles sabem que eu escuto suas preocupações.

Dulce: E quanto aos estrangeiros? — ela apertou a mão dele. Ele não pôde conter seu sorriso, percebendo na expressão dela a garota inteligente que havia conquistado sua alma.

Chris: Assim que um estrangeiro entra em nossas fronteiras, nós fica¬mos sabendo.

— Alteza — um par de olhos castanhos familiares o olhou com velada desaprovação. Christopher não estava preocupado. Hiraz podia demonstrar sua ira, mas a lealdade dele o manteria cala¬do nos assuntos que exigissem tal atitude.

Chris: Você se lembra de Hiraz? — ele balançou a cabeça para o seu conselheiro-chefe e melhor amigo, permitindo que a mu¬lher em seus braços se virasse.

Dulce: É claro! Que bom ver você novamente, Hiraz.

Hiraz se curvou do seu modo severo e formal.

Hiraz: Senhorita.

Dulce: Por favor, pode me chamar de Dulce.

Chris: Hiraz não aprova meus planos em relação a você, Dul — as palavras dele eram um aviso repentino.

Hiraz: Alteza, eu gostaria de lhe falar. Seu tio e seus acompa¬nhantes chegaram, assim como todos os outros.

Chris: E ele só me chama de Alteza quando quer me irritar — Christopher sussurrou.

Hiraz suspirou e relaxou, impossibilitado de continuar de maneira tão impessoal. Seu olhar pousou em Dulce.

Hiraz: Você entende o que ele planeja?

Chris: Basta! — Christopher fez com que estas palavras soassem como um aviso.

Hiraz apenas levantou uma sobrancelha e saiu, caminhando à frente dos dois.

Dulce: O que você planejou? — Dulce perguntou.

Chris: Eu vou contar a você depois.

Dulce: Quando?

Chris: Dulce — seu tom de voz tranqüilo e implacável susci¬tava obediência instantânea.

Dulce: Christopher — ante a resposta inesperada, ele parou e a encarou.

Hiraz não conseguiu conter o riso.

Hiraz: Vejo que ela cresceu. Isto é bom, porque você destruiria uma mulher fraca.

Chris: Ela fará como eu mandar.

Dulce queria protestar contra a maneira como eles ignora¬vam sua presença, mas a expressão sombria de Christopher roubou sua tímida coragem. Por dentro, o palácio era surpreendente¬mente confortável, não havendo nada de pomposo ou excessi¬vo. Apesar da beleza, dava a sensação de ser mesmo um lar. Dulce ainda admirava o entorno quando uma mulher em um esvoaçante vestido longo verde claro apareceu do nada.

Chris: Você irá com Muntaz —Christopher ordenou. Ele beijou suas mãos e o sangue correu frenético por seu corpo. — Eu a verei em duas horas — então ele se foi, caminhando pelo corredor com Hiraz.


CONTINUA...


~~
~~
~~
~~


NOME: “O Campeão (Época)”
AUTORA: Suzane Barclay!!



Chris: A hospedaria.

Ele sorriu, encantado com a fragilidade de Dulce. O topo de sua cabeça batia no meio de seu peito. Estava tão próxima, menos de trinta centímetros os separa¬vam. Seu corpo latejava com o desejo de dar o passo que os uniria. Acalentou a dor, pois fazia muito tempo que não sentia uma paixão assim, a não ser em seu sonho especial.

Chris: Sir Nicholas e sir Guy, dois cruzados amigos meus, estiveram lá mais cedo e reservaram um quarto. Já devem estar se perguntando o que aconteceu co¬migo. – Nem assim conseguia deixar de olhá-la.

Drusa: Vamos, Aiken – chamou Drusa. – Está na hora de nos recolhermos, também. Vá verificar se a loja está bem trancada.

Dulce mordiscou o lábio, os olhos eloqüentes.

Dulce: Leve uma tocha para iluminar o caminho, sir Christopher. – Após acender nos carvões uma estaca de madeira com piche na ponta, estendeu-a. Saíram e apontou-lhe o caminho. – Seguindo por ali, através dos arbustos, chegará aos fundos da hospedaria.

Ambos ofegavam.
Christopher sabia que não devia tocá-la, mas não se con¬teve e ergueu-lhe o queixo.

Chris: Dulce, gostaria de vê-la novamente.

Ela sorriu.

Dulce: Oh, nada me agradaria mais.

Chris: Amanhã, então.

Ele inclinou o rosto, só para roçar os lábios nos dela, mas ao primeiro contato, perdeu-se. A boca era tão macia que parecia derreter-se sob a dele. Com um gru¬nhido, passou a mão em seus cabelos, segurando-a pela nuca enquanto aprofundava o beijo.
Ela correspondeu docemente, agarrando a frente de sua túnica, acompanhando-o de bom grado. Seus ge¬midos roucos lhe incendiavam o sangue e teve que introduzir a língua para explorá-la mais profundamen¬te. Mas ela se assustou e recuou.

Chris: Calma. – Christopher ergueu o rosto, mas continuou segurando-a pela nuca, afagando-lhe as costas com o polegar. – Eu jamais a machucaria ou forçaria.

Ela riu nervosa e encostou a testa em seu peito.

Dulce: Temo que não seria preciso força.

Christopher grunhiu e fechou os olhos, implorando força.

Chris: Não devia dizer essas coisas...

Dulce: Por que não?

Ele viu o próprio rosto refletido nos olhos dela, car¬regados de paixão.

Chris: Porque não confio em mim para preservar sua inocência.

Os olhos dela parecem obscurecer-se de dor. Ou seria um truque da meia-luz?

Dulce: Talvez eu não seja tão inocente quanto imagina.

Christopher sorriu indulgente, envaidecido por ela que¬rê-lo a ponto de mentir sobre sua experiência.

Chris: Voltarei amanhã.

Ele a levou até a porta e a fez entrar. Só se afastou ao ouvir o barulho da tranca, voltando à hospedaria mais apressado do que ao deixar o bispo.


Dulce recostou-se no batente da porta, com as per¬nas bambas e o corpo trêmulo devido à intensidade de sua reação a Christopher.

Drusa: O Senhor opera mesmo milagres – comentou Drusa, terminando de arrumar a cozinha.

Dulce endireitou-se e tentou controlar as emoções avassaladoras.

Dulce: Sim, é um milagre que os seis cruzados de Dur¬leigh tenham voltado.

Drusa: Darei graças quando for à catedral para a missa, e ele esteja entre os sobreviventes é mesmo um milagre.

Dulce: O que quer dizer? – Dulce nunca falara de Christopher com ninguém, a não ser sua mãe e Joseph.

Drusa: Sua mãe dizia que você era apaixonada por ele.

Se você soubesse...

Dulce: Só que ele nunca percebeu meu interesse – re¬bateu, empertigada.

Por que teria percebido? Nunca tinham estado frente a frente, nem se falado, até a noite em que ele a salvara das atenções indesejáveis de Mike.
Drusa inclinou a cabeça de lado.

Drusa: Vi o jeito como ele a olha. Meu Reggie me olhava assim quando estávamos namorando, como se mal pu¬desse esperar para me pegar num canto escuro e rou¬bar um beijo.

Dulce: Não sei do que está falando – retrucou Dulce, embora a lembrança do beijo recente lhe queimasse as faces, os lábios ainda formigando.

Drusa riu.

Dulce: Não tente me enganar, querida. Trabalho nes¬ta casa desde que você nasceu e a conheço até do avesso.

O sorriso de Dulce apagou-se. Havia um fato que Drusa desconhecia. E também Christopher. Sentiu uma es¬pécie de alívio. Se ele não se lembrava de nada, talvez nunca tivesse que lhe confessar que o que haviam feito tivera conseqüências.
Conseqüências. Um termo frio e inadequado para descrever algo ao mesmo tempo terrível e maravilhoso que a marcara para sempre. Se ao menos tivesse sido mais forte...
Não pense mais nisso, pois acabará louca.

Dulce: Foi um encontro casual. Talvez ele não volte.

Drusa: Ah, volta, sim. – Drusa sorriu. – Agora, já para a cama. Não quer estar com olheiras quando ele a procurar, quer?

Dulce apenas meneou a cabeça, mas subiu a escada e aprontou-se para dormir com o coração mais leve do que o sentira em anos.
Christopher estava vivo. Christopher estava de volta.
De repente, o futuro já não lhe parecia tão desolador e solitário. Vestia a camisola quando se lembrou de Joseph. Como pudera ser tão egoísta a ponto de não ter pensando nele antes? Não caberia em si de alegria quando soubesse que Christopher estava vivo. De manhã cedinho, iria à catedral contar-lhe.
Tomada a decisão, Dulce ajoelhou-se ao lado da cama, fez o sinal da cruz e rezou ao Deus em que quase deixara de acreditar quando ouvira a notícia da morte de Christopher. Após implorar perdão pela falta, agra¬deceu fervorosamente ao Senhor por ter poupado Christopher e acrescentou um apelo para que o retorno do filho reanimasse o espírito de Joseph.
Por último, orou pelo bem-estar do bebê que ela e Christopher haviam gerado naquela noite, tanto tempo atrás.
O bebê do qual abrira mão.
Dulce estremeceu, trespassada pela dor. A saudade imensa arrancava-lhe gemidos. Se ao menos pudesse abraçar a filhinha só por um segundo! Mas nem sequer sabia onde ela estava. Joseph lhe garantira que o bebê não só fora acolhido com amor no lar que lhe encontrara, como não carregaria a mancha da ilegiti¬midade. Só esta última bênção já teria bastado para dar-lhe coragem de entregá-la para adoção. No entan¬to, saber que a filha estava melhor longe não aplacava a dor em seu coração.
Nem a culpa.


Walter de Folke permaneceu de pé quando irmão Anselme ajoelhou-se ao lado do corpo do bispo Joseph. Em volta, os frades de Durleigh rezavam pela alma do falecido bispo. O latim fervoroso misturava-se aos soluços de irmão Oliver e ao choro brando de lady Odeline. Encolhida numa cadeira junto ao fogo, ela era assistida pelo filho. Formavam uma dupla cho¬cante, a bela mulher de olhos vermelhos e o rapaz bonito, porém rabugento. Lady Odeline já chorara co¬piosamente, ora lamentando o passamento do irmão, ora temendo o próprio destino incerto agora que ele se fora. Jevan não externava emoção, frio como uma estátua.

Crispin: E pensar que enquanto esperávamos embaixo, nosso amado irmão levava um tombo e morria – mur¬murou Crispin.

Amado irmão? Walter mordeu a língua, ciente de que o arquidiácono sempre desprezara Joseph. De sua par¬te, admirara a inteligência aguda de Lyndhurst, che¬gando a invejar sua genial capacidade de acumular ri¬queza e poder. Agora, haveria luta entre ele e Crispin pela sucessão à rica diocese construída por Joseph. Acreditava ter ligeira vantagem, pois era conhecido do arcebispo e servira a Sua Graça com mais eficiência.

Walter: É mesmo – replicou, por fim. – Sua Graça ficará muito triste quando souber que seu grande amigo su¬cumbiu à tal doença.

Anselme: Não foi a febre que o levou – rosnou o corpulento irmão Anselme, ainda ajoelhado junto ao féretro, os olhos mergulhados em tristeza.

Walter concordou.

Walter: A doença o fez cair e bater a cabeça na mesa.

Anselme: O corte na cabeça parecia fundo demais para ter sido provocado por uma queda.

Crispin: O que está dizendo? – questionou Crispin, tão severo que fez cessar tanto as rezas quanto o choro.

Anselme: Que pode não ter sido acidente – opinou irmão Anselme.

Walter fitou o monge nos olhos castanhos transtor¬nados, tentando adivinhar suas suspeitas.

Crispin: Ele foi golpeado? – O arquidiácono deu meia-volta. – Irmão Oliver, disse que um cavaleiro procurou seu senhor? Um sujeito enlouquecido que...

Walter: Parece que era um cruzado – esclareceu Walter, calmo.

Crispin fungou.

Crispin: Estava muito nervoso. Talvez culpasse nosso bom bispo por enviá-lo na Cruzada. Sabe que o bispo Joseph coagiu alguns homens a ir.

Walter inclinou a cabeça, fascinado com, o jogo de emoções no rosto normalmente austero de Crispin. Desde o instante em que lady Odeline adentrara o salão gritando que o irmão estava caído, o arquidiácono mostrava-se corado, os olhos redondos irradiando um brilho incomum.

Walter: Irmão Oliver, o que me diz?

Oliver ergueu o rosto, os olhos inchados meras fen¬das no rosto molhado.

Oliver: De fato, vi o cavaleiro saindo do cômodo quando chegava para tratar de meu senhor.

Crispin: Quem acha que era? - inquiriu Crispin.

Oliver: Acho... que era Christopher... Christopher de Blackstone. – Oliver tentava controlar a gagueira. – Mas ainda falei com o bispo, estava vivo e bem quando o cavaleiro deixou o palácio. – Seus olhos encheram-se de lágri¬mas outra vez. – Estava sentado bem... nesta cadeira... conversando com a senhora Dulce...

Crispin enfureceu-se.

Crispin: Aquela mulher esteve aqui?

Encolhendo-se de medo, irmão Oliver olhou de soslaio para Walter antes de confirmar:

Oliver: Esteve. Veio ver como estava...

Crispin: Aí tem a assassina, irmão Walter – concluiu Crispin.

Walter: Por que ela faria mal ao nosso bispo?

Crispin: É uma mulher má, tentava seduzir nosso bispo, para que quebrasse seus votos sagrados – argumentou Crispin, rancoroso. – Sem dúvida, matou-o por frus¬tração, sem conseguir levar a cabo seus planos.

Walter disfarçou o desprezo. A teoria de Crispin não tinha o menor fundamento. Mostrava-se ávido por en¬contrar o assassino de Joseph só para cair nas graças do arcebispo e assim ganhar Durleigh. Preparou-se para a batalha.

Walter: Eu a interrogarei, bem como a sir Christopher – de¬cidiu.

Crispin: Você?! – protestou Crispin. – Com que direito interrogaria alguém?

Walter: Dotado do poder a mim delegado pelo arcebispo. – Walter sorriu plácido ante a expressão furiosa de Crispin. – Sua Graça enviou-me aqui para ver como estava seu caro amigo e esperará um relato completo acerca deste triste evento quando eu voltar a York.

Peguei-o, velho santarrão!
Irmão Anselme colocou-se entre os dois.

Anselme: Creio que devemos nos aprofundar no caso, re¬verendo padre – disse a Crispin. – No mínimo, saber como foi que ele morreu.

Crispin sentiu a cor fugir-lhe ao rosto.

Crispin: Claro. Leve o corpo para a enfermaria e veja o que descobre.

O monge aquiesceu.

Walter: Sugiro também que a sala seja trancada e que se ponha um guarda à porta, de modo que não seja inter¬rompido o exame até a apuração dos fatos – completou Walter, ganhando um olhar fulminante de Crispin.

Crispin: Irmão Gerard fará uma lista de todos que entraram no palácio esta noite – determinou o arquidiácono. – Pela manhã, falarei pessoalmente com cada um. – Com isso, partiu rodopiando o grosseiro hábito cinza.

Lady Odeline retirou-se em seguida, apoiando-se pe¬sadamente no braço do filho, o rosto enterrado num lenço de linho. Jevan mantinha-se tão inexpressivo quanto uma estátua, mas voltou-se da porta e esquadrinhou a sala com olhos ávidos antes dessa com a mãe.
Curioso, pensou Walter, afastando-se para que pudessem remover o corpo de Joseph. Teria o rato esperança de herdar parte da fabulosa riqueza do tio? Nesse caso...
Walter suspirou. Céus, parecia tão maldoso quanto Crispin, apontando o dedo acusador para todos que via. Jevan jantava no salão com os outros quando recebeu a notícia do passamento do tio. E lady Odelir não tinha motivos para desejar a morte do irmão. Sem o apoio de Joseph, ela e a cria mal-humorada viveriam ao relento.
Mas o fato era que alguém dentro daquelas paredes podia ter assassinado o bispo.


CONTINUA...

Agradecimentos:


Amanda, Ana, Aninha, Bibinha, Clarinha, Dulce Amargo, Fe, Fernanda, Júlia, Leeh, Lia, Naty e todos os flogs presentes... Obrigada...

Bibinha, isso é bom amiga, hauahua.. q sejamos felizes enqto dure, certo?!? Bom vo indo agora, bjaum pra ti!!

Aninha, q bom q vc entendeu a web, espero q esteja gostando, bjaum...

Ana, q bom q vc q vc tah gostando da web amiga, hihi... ela tem fores emoções hein, huahua... a sem problema, espero q vc esteja melhor, e q vc vah bem nas suas provas, e no resto de coisa q vc tem q fazer, hihi... isso é soh o q importa, qdo vc tiver tempo pra ler as webs fike a vontade, elas ñ vaum sair daki, pelo menos eu espero neh,huahaua... wow amiga,. Eu ñ sei se o final da primeira vc vai gostar, mas o final da 2, é wow, foi o final mais perfeito, qr dizer, um dos mais perfeitos finais q eu jah vi, sério msm... bom vo indo agora amiga, bjaum!!!

Lia, ain amiga, triste demais, eu toh chorando mto aki com o final de Eclipse, ain num sei se vc vai axar o msm, mas realmente num consigo parar de chorar, é taum... Triste, sabe, mas eu axo q supero isso... bom vc vai ter q ficar curiosa, pq se eu te falar vc meio q vai saber o q vai acontecer, hihi, mas wow, triste... ain agora eu jah melhorei, hauhau, mas fike sabendo q vc num vai chorar mto em Eclipse, mas o final é mto dolorido hein, e eu jah vo me preparar pra ler o BD, hihi... hauhaua, wow realmente vc é egoísta, eu axo q é pq eu ñ estou mais mto ligada a eles como estava com a novela, mas bem, eu axo q eles devem fazer o q eles quiserem msm neh, e vamos ver no q dah, enqto eles ainda estejam juntos vamos ter um pokinho de esperança neh, fazer o q... pois é neh amiga, eu tbm isso mto “sem educação”, simplesmente dexaram uma msg lah no site, e estas noticas do nda ai, e wow, eu concordo com vc, tinha q ter havido uma coletiva, uma entresvista dizendo q eles estavam proximos a ter uma “conversa” sabe, ain nem sei oq pensar... mas no caso eu prefiro realmente q eles saim com sucesso amiga, pq eu tenho ctz q vc ñ gostaria q eles se “despedissem” estando lah embaixo e com as manchetes dizendo algo sobre “Sucesso de momento, RBD se separa por falta de fãs”, tipo assim, eu sei q foi meio cruel o q eu acabei de escrever, mas vc sabe q ia ser mais ou menos assim neh... bom mais dexa, vamos ver como as coisas saem daki pra frente... nossa eu sou malvada msm, enqto vc tah ai sofrendo enqto o Edward volta, eu toh aki chorando pelo final de Eclipse q foi mto doloroso, bem, qdo vc terminar Lua Nova q eu toh vendo q vai demorar hein, hauhaua, vc me avisa, pq ai eu te mando Eclipse, e é bem provavel q eu jah esteja terminando o BD, hihi... e ain eu axei mto wow pq o nome do livro é Eclipse, nossa realmente o q o Jacob falou sobre Eclipse me comoveu, mas wow, tem mtas emoções neste livro hein amiga, aa e diz q em BD tem partes q o Jacob fala sabe, tipo assim, ñ serão soh os pensamentos da Bella, vai ser meio q um diário do Jacob tbm, se é q vc me entende, hihi... axei interessante, pq neste do Eclipse tem uma parte, e meio q assim, o capítulo muda totalmente, vc meio q muda a voz da pessoa q esta na sua mente, pelo menos comigo foi assim sabe, tem uma voz mais madura, de homem sabe, meio q um pensamento de homem, wow mto chique, eufikei meio assim sabe, mas jah me acostumei com a idéia, hauhauhaa... pois é amiga, eu fiko pensando nisso, “pelo menos nós temos cinema neh”, mas ain eu num sou mto fã msm de filme dublado, eu espero q qdo xegue Crepúsculo tenha legendado, mas nem tem problema pq eu vo comprar ele piratex, entaum “no problems”, huahaua... huaauha, nem é feriado aki amiga, lah na capital é neh, pq é aniversario, mas isso soh na terça q vem, eu num toh tendo aula pq meus profs estaum viajando por causa do lance lah da facul, hauhuaa, ñ é pq é feriado ñ, hauhaua... ixii e falando em cine, nem fui, axo q vo no golfe hj, e ai na sexta dormir na ksa da minha prima pra sabado ir viajar, hauhaua... ain realmente hein amiga, eu tava pensando hj msm, q invejinha da Krist, nossa com um ROB dakeles, hauhaua... a td bem, vo ver se arrumo os postes, se eu num conseguir arrumar, ai dexa neh, mas vamos ver... pois é amiga, sempre tem sim pessoas q a gente perde contato, ontem msm eu tava lembrando de uma garota q estudou comigo na 6ª série sabe, ela era uma das minhas melhores amiga sabe, ai hj ela estuda na sala em frente a minha na facul, mas a gente nem se fala, axo q ela nem lembra de mim... ain e eu tava pensando agora, a gente fika perto de qm a gente confia neh, tipo, eu percebi estes tempos q o povo q anda comigo, tah eles gostam de mim, mas eles tem mais confiança em mim sabe, q eu ñ vou dar “mancadas” com eles sabe, meio q é segurança o q eu transmito, é meio dificil de eu falar, mas ain, uma amiga minha jah meio q comentou isso comigo, pq é dificil de eu me atrasar pra alguns compromissos, e qdo eu digo q vou, eu dou ctz, eu vou msm, bom, isso é bom neh amiga, mas ai eu fiko com medo de decepcionar a pessoa, hj msm eu fiz isso, eu tava quase td combinado com uma amiga minha pra ir no cine, mas ai meio q deu um “ñ vontade”, sabe, ai eu liguei e falei q nem ia, mas sabe, com o coração na mão, eu quase liguei pra ela de novo falando q eu ia depois, mas ai eu fui forte, se eu ñ qria assistir o filme, bem foi melhor assim neh... ain sei lah... ain eu sempre fui de gastar mta água, por isso agora eu tento ir o mais rápido q eu posso, me lavo td certinho, enxagüo, e prontinho jah saio... hum deve ser neh amiga, pq ai sei lah neh, pode ser q a água refresque mais, a nem sei, hauhaua, deve ser algo assim... ain amiga, pois é, eu toh qrendo um namorado de novo, hihi, mas eu espero q agroa eu consiga, hihi... hum domingo entaum, vai rolar alguma coisa?!? É eu jah tava meio assim q vc nem comentou nda comigo, hihi... boa sorte pra vc amiga, e num dexe o menino esperando mto ñ.. huahua... e boa sorte com as aulas tbm, wow eu realmente ñ aguentaria um domingo com aula, jah é um sacrificio, fazer estas provas de vestibular e de concurso num domingo, imagina aula, aff... hauhaua... ain amiga, vc num viu q as americanas, no país delasé logico, fizeram uma propaganda “em português”, dizendo q qriam revanche contra nós brasileiras?!? Nossa foi mto wow... soh pq primeiro, elas ganharam da gente na Olimpiadas passadas, depois a gente deu a revanche pra elas, e ganhamos de 4 a 0 no mundial, agora elas qrem outra revanche, aff imagina, huahaua... o Lucas jogava com o meu irmão, eu ñ tinha te dito q um dos jogadores do Brasil jah jogou com o meu irmão?!? El aprendeu a jogar no msm time q meu irmão, ele ateh era reserva, eu tenho ctz q eu jah falei isso pra vc, hauhua... pois é amiga, por isso q eu toh de vez enqdo ainda vendo uns vídeos aki de DyR, pq realmente eles serão eternos... é, minha dor de kbça, ateh q melhorou sabe, hihi.. obrigada pelas melhoras, bjaum amiga, amo vc mto!!! Cuide-se tbm!

Povo soh postando msm, toh com sono, mentira, mas eu tenho q ir dormir se eu quiser assistir o jogo das mulheres... bjaum, amo vcs!!

Comentários
Por opção do(a) responsável por este flog, apenas ele(a) poderá ler os comentários enviados para esta foto.
FAVORITOS
LINKS